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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Os Verdes estiveram hoje em Palmela - Bombeiros

Uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, composta pelo Deputado José Luís Ferreira e outros dirigentes ecologistas, reuniu hoje, 11 de dezembro, com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Palmela.



Os Bombeiros manifestaram à delegação do PEV as suas preocupações relativas à falta de meios e financiamento e pretendem, do Governo, respostas para estas necessidades que são transversais a muitas corporações do país.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

11 de dezembro - Palmela - Os Verdes reúnem com Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários

No próximo dia 11 de dezembro – segunda-feira, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes vai reunir com a direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Palmela que recentemente assinalaram 80 anos de existência.


Este encontro tem como principal objetivo conhecer as principais preocupações e constrangimentos com que esta Associação Humanitária atualmente se confronta. 

O Grupo Parlamentar do PEV estará representado pelo Deputado José Luís Ferreira, acompanhado por outros dirigentes do PEV.

domingo, 12 de novembro de 2017

Caos na ligação fluvial entre Montijo e Lisboa origina Pergunta de Os Verdes no Parlamento

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre a em rotura do serviço na ligação fluvial Lisboa – Montijo – Lisboa que tem levado ao caos do serviço prestado e causado danos a milhares de Portugueses.

Pergunta:

Durante o ano de 2016 e fruto do desinvestimento do Governo anterior PSD/CDS, a Transtejo viu entrar em rotura o serviço na ligação fluvial Lisboa – Montijo – Lisboa.
Com a entrada de um novo Conselho de Administração, em 2017, os utentes foram informados, no início do ano, que o problema estaria resolvido, o mais tardar, no final do verão, fruto de um plano de recuperação da frota que estava em marcha.

Em junho de 2017 o Governo anuncia um investimento de dez milhões de euros para recuperar a frota da Transtejo e Soflusa.

Apesar de todos estes anúncios, a situação vivida nos últimos dias pelos utentes da ligação Lisboa – Montijo poderemos adjetiva-la de caos.

São pessoas que chegam atrasadas ao seu trabalho, muitos trabalhadores precários dizem que assim não vão ver os seus contratos renovados, estudantes que estão privados de assistir a aulas, pessoas que têm consultas de especialidade e que por faltarem vêm a sua consulta passar para muitos meses depois, pais que ficam angustiados porque têm os seus filhos em infantários que têm horários de fecho e assim ficam sem meios de os ir buscar.

Estes são alguns dos lamentos que podemos ouvir sempre que uma carreira é suprimida ou que os atrasos sejam significativos.

Mas ainda mais revoltante é que ninguém dá a cara sempre que estes problemas persistem e acabam por ser os trabalhadores da Transtejo, que não tendo culpa nenhuma, são o alvo de alguns desabafos de pessoas mais irritadas.

A rotura deste serviço público que também tem sido denunciado por comissões de utentes e autarcas exige, para nós, que este problema seja olhado de uma vez por todas com responsabilidade, com método e com um planeamento eficaz porque está a causar danos a milhares de Portugueses.


Assim, e face ao exposto, solicito a V. Exas., ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Que medidas, no imediato, pensa o Governo tomar para que os atrasos e a supressão de carreiras terminem o mais breve possível?

2 – Quais foram os problemas que encontrou o Conselho de Administração para não cumprir com o seu plano e palavra dada para que no final do verão de 2017 o problema estivesse resolvido?

3 – Por quanto mais tempo este problema com a frota da Transtejo vai persistir?

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Verdes questionam Falta de Formação Profissional para o Setor das Pescas

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Mar, sobre a falta de formação para o setor das pescas que está a colocar em causa o próprio rejuvenescimento dos profissionais do setor e assim a sua sustentabilidade.

Pergunta:

Portugal é hoje o maior consumidor de peixe por habitante na Europa mas depara-se com um sério problema que é a falta de mão-de-obra na pesca.

O setor das pescas tem ao longo dos anos sofrido de vários problemas, nomeadamente a falta de estratégia nacional, a elevada carga burocrática, a inexistência de um primeiro preço de venda que seja justo, uma gestão correta da biomassa, entre outros.

Reconhecendo que a vida de um pescador não é uma vida fácil e por isso pouco atrativa para os jovens, devemos estar atentos e proporcionar as melhores condições para os jovens que queiram abraçar esta atividade.

Segundo informações que recolhemos em algumas zonas do país e nomeadamente no Algarve tem havido procura para o curso de Pescador mas a formação está estagnada, devido à falta de verbas do FOR-MAR (Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar).


Esta situação vem criar mais um problema, uma vez que está a colocar em causa o próprio rejuvenescimento dos profissionais do setor e assim a sua sustentabilidade.

Assim, e face ao exposto, solicitamos a V. Exas., ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Mar possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Confirma o Governo que em grande do país a formação profissional de novos pescadores está estagnada por falta de verbas no FOR-MAR?

2 – Qual o futuro para o sector das pescas quando se falha na medida elementar que é a formação de pescadores?

domingo, 15 de outubro de 2017

Sines - Verdes preocupados com efeitos do incêndio em fábrica de pneus questionam o Governo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da
República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre as consequências para a população, do incêndio que deflagrou na madrugada de quarta-feira, dia 11 de outubro, na Recipneu – Empresa Nacional de Reciclagem de Pneus, localizada em Sines.

Pergunta:

A Recipneu – Empresa Nacional de Reciclagem de Pneus labora há cerca de duas décadas em Sines e dedica-se à produção de Granulado Criogénico de Borracha, valorizando e rentabilizando todos os componentes resultantes da reciclagem de pneus em fim de vida.

Nos últimos dias o concelho de Sines esteve coberto por fumo negro, que muito preocupou a população. Este fumo foi o resultado de um incêndio que deflagrou na madrugada de quarta-feira, dia 11 de outubro, na referida fábrica, tendo ardido um amontoado de pneus.

Por se tratar de material de borracha, que queima lentamente, não foi possível extinguir rapidamente o incêndio e conter a nuvem de fumo negro. Ao início da tarde, ocorreu um reacendimento que voltou a intensificar os fumos sobre Sines.

Apesar desta situação preocupante, foi só pelas 15 horas do dia 12 de outubro, muitas horas após o início do incêndio e da propagação da referida nuvem, que a delegada regional de saúde alertou a população para os cuidados a ter tendo em vista a sua proteção.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Tem o Governo conhecimento desta situação?

2 – Se sim, quais as causas que estão na origem deste incêndio?

3 – Quais os níveis de toxicidade resultantes dos fumos libertados?

4 – Que consequências podem ter esses fumos para a população, para a qualidade do ar e para os ecossistemas na região de Sines?

5 – O Governo não considera que foi tardio o alerta dado à população, uma vez que a nuvem de fumo já se alastrava pelo concelho?

6 – Que medidas de precaução e de segurança serão implementadas, no sentido da proteção da população, da qualidade do ar e dos ecossistemas, para que esta situação não se repita?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Setúbal - Os Verdes questionam funcionamento do serviço de Oncologia do Hospital de São Bernardo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre a falta de acompanhamento médico a uma doente oncológica, que se encontra a ser seguida no Serviço de Oncologia do Hospital de São Bernardo.

Pergunta:

Ao Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes chegou uma denúncia grave de uma doente oncológica, que se encontra a ser seguida no Serviço de Oncologia do Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

Após a cirurgia a doente viu-se obrigada a suspender os tratamentos de quimioterapia, em Abril, devido a toxicidade. Além disso, relata a doente, não lhe tinham sido realizados quaisquer exames médicos após a cirurgia, sendo que a consulta marcada para 29 de Maio deste ano, foi também ela cancelada, pois a médica encontrava-se ausente por atestado médico.

Depois de várias deslocações ao Serviço de Oncologia, foram requisitados à doente análises e TAC, por outra médica, com indicação para quando tivesse os resultados dos exames, se deslocar ao referido serviço.

Infelizmente e durante este período a doente teve que se deslocar por diversas vezes ao Serviço de Urgência Geral do Hospital de São Bernardo com diversos sintomas. Num desses episódios, com suspeitas de AVC, foi atendida por um médico, que requisitou uma ressonância magnética. Desde essa altura, as queixas da doente agravaram-se, com dores de cabeça e nas costas muito fortes, dormência nos membros superiores, obrigando a doente a deslocar-se ao SAP de Sesimbra, onde lhe é dada medicação para as dores.

Recentemente a doente voltou a dar entrada no Serviço de Urgência Geral, seguidamente encaminhada para o Serviço de Oncologia, onde, relata a doente, lhe foi pedido para deixar os exames realizados, sendo que a médica se terá recusado a ver a doente.

Considerando que foi dito a esta doente que teria de ficar sob vigilância médica apertada, tendo-lhe sido marcada consulta apenas para o dia 12 de Janeiro de 2018, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes, considera extremamente grave a falta de acompanhamento médico do Serviço de Oncologia, perante as várias queixas relatadas pela doente.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Saúde possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Tem o Ministério da Saúde conhecimento desta situação?

2 – Existem outros casos semelhantes no Serviço de Oncologia do Hospital de São Bernardo?

3 – Que seguimento tem sido dado às sucessivas reclamações enviadas por esta utente do Serviço Nacional de Saúde ao Hospital de São Bernardo?

4 – O Ministério da Saúde não considera grave que esta doente se encontre com sintomas graves resultantes dos tratamentos de quimioterapia suspensos desde Abril, e atualmente com falta de acompanhamento médico, tendo em conta que só terá consulta da especialidade em 2018?

domingo, 23 de abril de 2017

Intervenção de Os Verdes no encontro concelhio da CDU - Alcochete

José Luís Ferreira, deputado de Os Verdes, esteve ontem, dia 22, no Encontro Concelhio da CDU em Alcochete, que decorreu no Auditório da Junta de Freguesia de Alcochete.


As primeiras palavras para em nome da Direção do PEV, saudar as restantes forças politicas que integram a CDU.

Uma saudação que se estende a todos vos, que aqui em Alcochete, dão corpo e sentido a este grande espaço de intervenção, a esta grande força politica que é a Coligação Democrática Unitária.

E saudar muito particularmente todos os homens e mulheres que durante este mandato e aqui em Alcochete, dedicaram muito do seu precioso tempo, na defesa dos interesses das populações de Alcochete e na procura incansável de respostas para os seus problemas, preocupações e anseios.

Um trabalho e uma dedicação sem quaisquer interesses pessoais, tendo abril como referência e sobretudo, importa sublinhar, um trabalho que vem reafirmar e cimentar as ideias de marca que caracterizam a gestão CDU: trabalho, honestidade e competência.

E numa altura que comemoramos mais um aniversário do 25 de abril, importa recordar que o Poder Local Democrático é também uma conquista de abril.

Uma conquista importante e absolutamente decisiva para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, para as dinâmicas locais e para o desenvolvimento do país.

Sucede que apesar da importância que representa para as populações e para a nossa democracia o Poder Local tem sido objeto de constantes ataques, que aliás se acentuaram durante o período de governação do PSD-CDS.

Refiro-me por exemplo à extinção de freguesias imposta pelo anterior governo e nalguns casos com o apoio do PS, como sucedeu no concelho de Lisboa, cuja proposta de extinção de freguesias, partiu do próprio PS.

E ainda que esta dita reforma não tenha atingido o concelho de Alcochete, sempre servirá de barómetro que nos permite aferir da importância e do respeito que o Poder Local representa para esses partidos.

Mas podemos também referir o sucessivo incumprimento da Lei das Finanças Locais e a imposição da Lei dos Compromissos, que representaram graves limitações à gestão das autarquias.

Leia aqui o texto completo da intervenção de José Luís Ferreira.

quarta-feira, 22 de março de 2017

23 de março - Conversa Ecologista no Barreiro – Stop ao CETA

Os Verdes vão promover amanhã, dia 23 de março, pelas 21:00h no Spill Cocktail Bar, no Barreiro, mais uma Conversa Ecologista em torno do CETA - Acordo Económico e Comercial Global entre a UE e o Canadá.

Esta conversa ecologista conta com a participação do Deputado Ecologista José Luís Ferreira e de membros da Plataforma STOP ao TTIP.


O CETA foi aprovado no passado mês de fevereiro no Parlamento Europeu, com 408 votos a favor e 254 votos contra, durante o plenário em Estrasburgo, e prevê um conjunto de medidas que poderão por em causa os serviços públicos, conferindo um poder ilimitado às empresas e nivelando as normas sociais e ambientais por baixo, atacando a capacidade de regulação dos direitos dos cidadãos por parte dos governos.

Falamos de serviços básicos como a água, a saúde, a energia, ou da proteção de dados que será apenas parcial. Desta forma, haverá previsivelmente uma sobreposição de interesses corporativos em detrimento do interesse público, tendo sido negociado durante oito anos em torno de um cerrado secretismo, sem a possibilidade de escrutínio por parte dos cidadãos e dos seus representantes eleitos, mas em estreita articulação com as multinacionais.

Os Verdes entendem que este acordo é extremamente lesivo para a Democracia e como tal têm vindo a promover várias iniciativas em torno do CETA, quer sejam iniciativas locais, como também na Assembleia da República, no sentido de alertar para os perigos que este acordo representa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Os Verdes questionaram o Ministro do Ambiente sobre problemas nas ligações fluviais entre as margens do Tejo

O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, confrontou hoje o Ministro do Ambiente com os problemas existentes nas ligações fluviais entre as margens do Tejo, problemas já denunciados pela Comissão de Utentes do Cais do Seixalinho, com quem o PEV esteve há dias, e que se referem à falta de barcos, falta de pessoal, atrasos constantes e supressão de carreiras, em particular no Montijo.


Na intervenção proferida no debate de urgência sobre transportes públicos, o Deputado ecologista referiu ainda que é importante a existência de uma rede de transportes públicos eficiente e de qualidade como forma de garantir o direito à mobilidade e porque representa benefícios ambientais indiscutíveis. O investimento nos transportes públicos deve ser uma prioridade absoluta, também por forma a travar a perda de passageiros.

“Os transportes coletivos são uma opção mais amiga do ambiente por reduzir a utilização do automóvel e a emissão de gases com efeito de estufa”. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Os Verdes questionam Governo sobre a falta de professores na CERMINA - Alcochete e Montijo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre os constrangimentos de funcionamento por que está a passar a CERCIMA (Cooperativa de Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado de Montijo e Alcochete) com a falta de dois professores.

Esta situação está a colocar em causa o normal funcionamento do ensino a cerca de 30 alunos com
deficiência, condicionando o seu desenvolvimento físico, pedagógico, emocional e a privá-los de ajudas técnicas a que têm direito.

Os Verdes pretendem obeter, por parte do Ministério da Educação, os seguintes esclarecimentos:

1. Face ao acima exposto e dado que estamos a falar de jovens com incapacidades relevantes e com os mesmos direitos que todos os outros, quando prevê o Ministério a resolução, que achamos muito urgente, deste grave problema?

2. Porque tem sido o silêncio a resposta aos inúmeros pedidos da CERCIMA e dos pais destes alunos?

3. Caso a colocação destes professores se arraste mais no tempo o Ministério assumirá as suas responsabilidades no que concerne à perda de dias de trabalho dos pais destes alunos pela falta de professores?

Leia aqui o texto completo desta pergunta.