A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, sobre a restrição no horário de funcionamento das Estações dos CTT do Montijo e Alcochete que impede o acesso da população aos serviços durante a hora do almoço, devido ao encerramento da estação nesse período.
Pergunta:
A estação dos CTT, localizada na Av. 25 de Abril em pleno centro da cidade do Montijo, encontra-se, há cerca de três meses, a encerrar à hora do almoço, no horário compreendido entre as 12:30h e as 14:30h, quando antes o seu funcionamento era contínuo, funcionando das 09:00h às 18:00h sem qualquer interrupção.
Ao mesmo tempo que se encerrou a estação no horário referido, houve redução do número de
trabalhadores de quatro para dois, o que provocou o aumento do tempo de espera no atendimento à população.
Também em Alcochete a população se confronta com situação semelhante, estando impedida de poder aceder aos serviços dos CTT durante a hora do almoço, devido ao encerramento da estação nesse período.
Estas restrições vêm prejudicar gravemente o direito das populações ao acesso de serviços que deveriam ter um caráter público, agravada pelo facto de, em muitos casos, os utentes só terem a possibilidade de se deslocar aos CTT no período do almoço, já que quando saem do trabalho já passa das 18:00h e a estações já se encontram encerradas.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1.Não considera o Governo que a população do Montijo e de Alcochete se encontram prejudicadas pela restrição de horário das estações dos CTT?
2.Que medidas pondera o Governo tomar no sentido de contribuir para reverter esta situação, para que as referidas estações dos CTT retomem o anterior horário contínuo de funcionamento?
Blogue do Colectivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista Os Verdes, um espaço de divulgação, reflexão e discussão de ideias e projectos ecologistas.
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domingo, 27 de novembro de 2016
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Os Verdes estiveram hoje no Barreiro por mais e melhor saúde
Os Verdes estiveram hoje no Barreiro, solidários com os utentes
do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, que serve os concelhos do Barreiro,
Moita, Montijo e Alcochete, em defesa de mais investimento, mais recursos
financeiros, humanos e técnicos, para uma melhor e mais eficaz prestação de
cuidados de saúde às populações.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
A política precisa de verdade!
Joaquim Correia, dirigente de Os Verdes, escreve no Distritonline, publicação da região de Setúbal:
A política precisa de verdade
Uma “Cidade que se queira atrativa” deve responder de forma básica às necessidades elementares dos seus cidadãos, cumprindo e fazendo cumprir a Lei fundamental que é a Constituição da República.
Uma dessas necessidades é a mobilidade e segundo o artigo 65º número 2 alínea a) da CRP devem as autoridades competentes programar e executar uma política de habitação inserida em planos de ordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social.
A Cidade do Montijo, hoje, não cumpre esses requisitos. A rede de transportes é insuficiente, deixando várias zonas sem transportes, outras zonas com horários insuficientes e esta situação tem vindo a agravar-se com a supressão de várias carreiras.
A política do operador de transporte rodoviário (TST) fruto da privatização, não segue uma política de serviço público, mas sim uma política que só visa o lucro. Relativamente ao operador fluvial (Transtejo) nos últimos tempos temos assistido ao cancelamento de várias carreiras em virtude da falta de barcos (manutenção deficiente ou falta dela). A acrescentar a tudo isto o preço praticado pelas transportadoras e a inexistência de um passe social único para a AML (Área Metropolitana de Lisboa) criam ainda mais dificuldades aos utentes.
Considerando que a promoção de uma mobilidade sustentável passa por favorecer o aumento da atratividade dos transportes coletivos face ao transporte individual, elevar os padrões de qualidade que devem ser alcançados pelo reforço da acessibilidade e pela melhoria de qualidade na prestação do serviço público de transporte, o que supõe maior integração a todos os níveis entre as redes de transporte existentes, uma aposta na renovação das frotas em veículos amigos do ambiente e por uma rede de transportes coletivos de passageiros, rede urbana essa que, nas atuais condições que a cidade vive e em várias zonas da cidade, constituirá, quando completa, a solução mais consistente para uma melhoria estrutural na regularidade e fiabilidade na prestação do serviço público, com ganhos para os utentes e para o ambiente.
A Câmara Municipal do Montijo quando questionada pela falta de um plano de mobilidade para o Concelho responde que o mesmo será elaborado quando existir dinheiro. Esta resposta foi dada em plena sessão de Câmara ou seja, a Câmara Municipal e o seu Presidente demitem-se das suas responsabilidades mostrando incapacidade de gestão e de planeamento.
Não basta dar entrevistas enganosas para os Munícipes, em 24/01/2000, ao “Setúbal na Rede” dizia o então vereador Nuno Canta “A Câmara quer ligar o centro da cidade às zonas envolventes através de um circuito de eléctricos tradicionais e o projecto está ao abrigo da reconversão da zona ribeirinha do concelho”, mas dizia mais “neste aspeto as câmaras não podem estar de mão estendida à espera que venha o dinheiro para fazer obra”, “têm que arrancar por si e depois provar a importância dos seus projetos”.
Em 18/11/2015, Nuno Canta Presidente afirma “A Câmara de Montijo tem as contas em dia”, é caso para perguntar face ao acima exposto se é falta de competência ou as contas são outras?
Olhando para aquilo que vai ser o próximo orçamento municipal para 2017 é caso para dizer que o Montijo vai ficar a ver eléctricos.
O Montijo merece mais e melhor!
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Os Verdes questionam Governo sobre a falta de professores na CERMINA - Alcochete e Montijo
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre os constrangimentos de funcionamento por que está a passar a CERCIMA (Cooperativa de Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado de Montijo e Alcochete) com a falta de dois professores.
Esta situação está a colocar em causa o normal funcionamento do ensino a cerca de 30 alunos com
deficiência, condicionando o seu desenvolvimento físico, pedagógico, emocional e a privá-los de ajudas técnicas a que têm direito.
Os Verdes pretendem obeter, por parte do Ministério da Educação, os seguintes esclarecimentos:
1. Face ao acima exposto e dado que estamos a falar de jovens com incapacidades relevantes e com os mesmos direitos que todos os outros, quando prevê o Ministério a resolução, que achamos muito urgente, deste grave problema?
2. Porque tem sido o silêncio a resposta aos inúmeros pedidos da CERCIMA e dos pais destes alunos?
3. Caso a colocação destes professores se arraste mais no tempo o Ministério assumirá as suas responsabilidades no que concerne à perda de dias de trabalho dos pais destes alunos pela falta de professores?
Leia aqui o texto completo desta pergunta.
Esta situação está a colocar em causa o normal funcionamento do ensino a cerca de 30 alunos com
deficiência, condicionando o seu desenvolvimento físico, pedagógico, emocional e a privá-los de ajudas técnicas a que têm direito.
Os Verdes pretendem obeter, por parte do Ministério da Educação, os seguintes esclarecimentos:
1. Face ao acima exposto e dado que estamos a falar de jovens com incapacidades relevantes e com os mesmos direitos que todos os outros, quando prevê o Ministério a resolução, que achamos muito urgente, deste grave problema?
2. Porque tem sido o silêncio a resposta aos inúmeros pedidos da CERCIMA e dos pais destes alunos?
3. Caso a colocação destes professores se arraste mais no tempo o Ministério assumirá as suas responsabilidades no que concerne à perda de dias de trabalho dos pais destes alunos pela falta de professores?
Leia aqui o texto completo desta pergunta.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Centro Hospitalar Barreiro-Montijo - Verdes preocupados com falta de profissionais
A deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre a falta de profissionais de saúde nas várias áreas de intervenção do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo que levou ao encerramento de diversas valências e serviços médicos neste Centro Hospitalar, resultando numa degradação da prestação dos cuidados de saúde.
Pergunta:
Nos últimos anos, com o argumento da racionalização de meios, encerraram-se maternidades, serviços de atendimento permanentes, extensões de saúde, e diversos serviços de proximidade, pondo em causa o direito à saúde constitucionalmente consagrado.
Por outro lado, a desvalorização do trabalho dos profissionais de saúde, a desagregação das equipas, a degradação das condições de trabalho, o desinvestimento nos recursos técnicos e humanos necessários ao funcionamento de Hospitais e Centros de Saúde, o definhamento das atividades de investigação e de formação, com grande responsabilidade do anterior Governo PSD/CDS, levou à desqualificação dos serviços públicos e à desmotivação dos profissionais.
De acordo com o balanço feito pelo Ministério da Saúde, entre 2011 e 2014 saíram do Serviço Nacional de Saúde (SNS) 2194 enfermeiros, 342 técnicos de diagnóstico e terapêutica, 1863 assistentes técnicos e 3463 assistentes operacionais. Estima-se, ainda, que entre 2010 e outubro de 2015 tenham saído mais de 3100 médicos do SNS por aposentação, a maioria dos quais assistentes graduados.
Esta diminuição de profissionais, e a sua não substituição, obrigou os que ficaram a uma maior sobrecarga de trabalho, contribuindo para o desgaste dos profissionais e gerando respostas mais insatisfatórias para os utentes, que só não se revelaram mais nefastas devido ao grande profissionalismo e dedicação do pessoal de saúde.
A situação do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo é bem um espelho do que atrás foi relatado. Várias situações têm sido denunciadas pelos profissionais de saúde e utentes do Hospital do Barreiro, não só individualmente mas também através das associações que os representam.
Como exemplos mais recentes pode-se relembrar, em Abril de 2015, a demissão em bloco por parte dos Enfermeiros Chefes de Equipa do Serviço de Urgência, em que denunciavam a falta de condições de trabalho e a sobrelotação existentes no serviço; em Agosto de 2015, a entrega ao Conselho de Administração, por elementos do Serviço de Pediatria, de um abaixo-assinado onde alertavam para a falta de médicos, principalmente no período noturno, o que compromete a qualidade da assistência dada pelos Pediatras do Serviço de Urgência; e, já este ano, assistimos à demissão do Diretor do Serviço de Oncologia, denunciando a falta de condições em que se trabalha e atende os utentes num serviço de tão grande importância para a vida das pessoas.
Várias valências foram perdendo médicos especialistas, nomeadamente: Gastroenterologia – tinham 4 e agora tem 1; Dermatologia – tinham 4 e agora tem 1 a tempo parcial; Ginecologia – saíram 2; Anatomia Patológica – tinham 4 e agora tem 1; Hematologia – tinha 1 e agora já não tem; Imagiologia – os profissionais encontravam-se a tempo inteiro e agora estão a tempo parcial; Cirurgia Plástica – tinham 3 e agora tem 2; Unidade de Cuidados Intensivos – tinha 6 e agora tem 3; Anestesiologia – a insuficiência de Anestesistas tem levado ao cancelamento de várias cirurgias programadas. Existem ainda falhas nas especialidades de Ortopedia, Medicina Interna e Pedopsiquiatria, sendo que para esta última o encaminhamento é feito para o Hospital Garcia de Orta, também já sobrelotado.
Nada foi feito para melhorar a situação do Hospital do Barreiro, assistindo-se a um progressivo agravamento da sua situação e à degradação da prestação dos cuidados de saúde. Passou-se mais um Inverno a assistir à sobrelotação dos Serviços de Urgência Geral e Urgência Pediátrica do Hospital do Barreiro, com horas de espera que chegaram frequentemente às 12 e às 8 horas, respetivamente.
A par destes acontecimentos foram-se verificando várias situações de encerramento do Serviço de Obstetrícia, por falta de médicos para o assegurar - mais recentemente, em Março, com a necessidade de encaminhamento de grávidas para outros hospitais.
Também no Hospital do Montijo a situação degrada-se com evidência. Apesar do crescimento do concelho, foram sendo retiradas valências, serviços e profissionais de saúde. Medidas que foram delapidando os serviços, o atendimento, a oferta, o que veio afastar os doentes para outros hospitais, manobras cujo objetivo era atingir os rácios para justificar o encerramento do serviço de urgências.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Saúde me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1. Como avalia o governo as situações atrás relatadas referentes ao Centro Hospitalar Barreiro-Montijo?
2. Pondera o Governo proceder à contratação de mais profissionais de saúde nas várias áreas de intervenção do Centro Hospitalar? Se sim, quando prevê concretizar essa medida?
3. Pondera o Governo proceder à reposição de valências e serviços que têm vindo a ser retirados ao Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, para que este possa responder às necessidades da população?
4. Que perspetiva tem o Governo para o futuro do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, por forma a privilegiar a sua diferenciação e a garantia de cumprimento do seu papel no desenvolvimento da região, bem como de direitos das populações?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213917424 – TM: 910 836 123 imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt
Lisboa, 29 de junho de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Estrada Nacional nº 4 - Montijo - Verdes pedem esclarecimentos sobre necessidade urgente de reabilitação
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Planeamento e Infraestruturas, sobre a necessidade urgente de reabilitação da Estrada Nacional 4, entre a Atalaia e o Cruzamento de Pegões, no Montijo.
Pergunta
A Estrada Nacional 4, denominada como estrada do Alentejo Central, liga o Montijo a Elvas. Esta estrada é um dos itinerários principais do país e é um itinerário fundamental para o Concelho do Montijo porque faz a ligação do núcleo central deste Concelho com as duas freguesias (Freguesia de Canha e União das Freguesias de Pegões) que estão separadas territorialmente, porque o concelho do Montijo é descontinuado e é atravessado por faixas territoriais do Concelho de Alcochete e Palmela.
O troço da Estrada Nacional 4 entre a Atalaia e o Cruzamento de Pegões encontra-se totalmente degradado, pondo em grande risco quem nele circula, pois os buracos existentes, os desníveis e a falta de tracejado orientador tornam esta via um calvário para quem a utiliza. Tendo esta via um intenso tráfego, e é de realçar o tráfego de pesados de mercadorias, a alternativa poderia ser a autoestrada nº 6 mas o custo das portagens no contexto atual é dissuasor da mesma quer para as empresas de transporte quer para os condutores individuais.
Dado que esta situação se reveste de grande urgência, pois está em causa a segurança de pessoas e bens, é do conhecimento das Estradas de Portugal que confirma o aqui exposto e a necessidade de intervenção neste troço da Nacional 4, solicitamos a V. Exas., ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1 – Dada a urgência de reabilitação do troço da Estrada Nacional 4 entre a Atalaia e o Cruzamento de Pegões, tem o Governo alguma perspetiva para o início dos trabalhos?
2 – Qual o prazo previsto para a conclusão dos trabalhos?
3 – Dado que o estado do piso está tão degradado, porque não foi feita a manutenção deste troço?
O Grupo Parlamentar Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
21 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Será gato por lebre?

Os eleitos do Partido Ecologistas Os Verdes, no Montijo, há muito que têm denunciado a situação em que se encontram os pescadores do Montijo, por não terem condições nem no rio, para atracar e descarregar as suas artes, nem em terra, para guardaram os seus utensílios.
Fomos apresentando propostas para a resolução do problema e foi com agrado que tomamos conhecimento, pela imprensa, do anúncio feito pelo Sr. Presidente da Câmara do Montijo de que os pescadores iriam ver resolvidas as suas pretensões.
Segundo o autarca, demorou dois anos e meio, e dois chumbos do projeto pelo caminho, até que a obra fosse aprovada. A localização, ao que se apurou, será junto ao esteiro da quebrada, zona de sapal, um ecossistema muito rico mas também muito frágil, pelo que é necessário tomar todas as medidas para minimizar os impactos desta obra.
Esta a obra está orçamentada em meio milhão de euros mais IVA e será assegurada por verbas do PROMAR, ficando o IVA a cargo da Câmara Municipal do Montijo. Segundo o edil, a nova infraestrutura portuária vai disponibilizar “uma rampa de varadouro, dedicada à manutenção e reparação de embarcações, um terrapleno de cerca de 5000 m2, a construção de sete casas de apresto e apoio, um espaço com mais de 65 metros para a atracação diária de embarcações, garantindo melhores condições de segurança” e “operacionalidade à atividade piscatória tradicionalmente desenvolvida na cidade”.
E é a partir daqui que gostaríamos de ver algumas das nossas preocupações esclarecidas:
- Sendo que na reparação e manutenção das embarcações são usados materiais poluentes como vai ser acautelada a contaminação dos solos e do rio?
- Dado que a cala do rio ainda fica a uma distância considerável, irão ser efetuadas dragagens para a abertura de um canal até à cala para que os pescadores possam sair na baixa-mar?
- Dado que as lamas no local têm um efeito deslizante e facilmente irão assorear o canal, quem ficará com a responsabilidade das dragagens futuras?
- Foi estudado um local para a instalação de uma pequena lota para que os pescadores do Montijo não tenham que se deslocar à Costa da Caparica para venderem o seu pescado?
- Dada a situação do país e o facto de ter vindo a diminuir o número de pescadores no Montijo, não existiria uma solução mais barata e que servisse melhor os interesses dos pescadores? Ou estamos diante mais um embuste que em nada irá melhorar a vida dos pescadores do Montijo mas sim, como diz o Sr. Presidente, perante “uma obra que abre novos horizontes, novas potencialidades, para atividades relacionadas com a náutica ribeirinha”?
Artigo de opinião de Joaquim Correia – Dirigente nacional de “Os Verdes” (do coletivo regional de Setúbal) e eleito na Assembleia de Freguesia da Junta de Freguesia do Montijo-Afonsoeiro publicado no Distrito Online
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” no Distrito de Setúbal - Alcochete e Montijo
Na passada segunda-feira, dia 16 de Fevereiro, tiveram lugar em Alcochete e no Montijo as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Barreiro, Moita e Palmela, as Jornadas Ecologistas de segunda-feira decorreram em Alcochete e no Montijo, e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: áreas protegidas, transportes públicos, amianto e estabelecimentos de ensino, cultura, património e acesso à saúde.
“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Segunda-feira - 16 de Fevereiro - Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” no Distrito de Setúbal - Alcochete e Montijo
Prosseguem na próxima segunda-feira, dia 16 de Fevereiro, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Barreiro, Moita e Palmela, as Jornadas Ecologistas de segunda-feira decorrerão em Alcochete e no Montijo, e terão como objetivo abordar os seguintes temas: áreas protegidas, transportes públicos, amianto e estabelecimentos de ensino, cultura, património e acesso à saúde.
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.
Programa
16 de Fevereiro – segunda-feira
Alcochete
10.00h – Departamento de Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, Reserva Natural do Estuário do Tejo (Av. dos Combatentes da Grande Guerra, 1) - Colocação de “girassol triste” pela falta de recursos humanos e materiais no Instituto de Conservação da Natureza e Florestas
10.30h – Requalificação da Frente Ribeirinha - Colocação de “girassol alegre” pela requalificação da frente ribeirinha de Alcochete
11.00h - Centro de Saúde de Alcochete (Rua Capitão Salgueiro Maia) - Colocação de “girassol triste” pela ausência de cuidados de saúde à população.
12.00h – Extensão de Saúde do Samouco (Rua do Século, nº 46, Samouco) - Colocação de “girassol triste” pela ausência de mais cuidados de saúde à população e colocação de girassol alegre” pela construção da referida extensão de saúde pela Câmara Municipal de Alcochete
Montijo
14.30h – Cais do Seixalinho – Colocação de Girassóis tristes contra a privatização da Transtejo e pela gratuitidade do parque de estacionamento
15.00h – Escola Básica D. Pedro Varela (Rua Mártires do Tarrafal) – Colocação de girassol triste pela existência de amianto neste estabelecimento de ensino
15.30h – Museu do Pescador (Av. Dos Pescadores) - Colocação de girassol triste pelo facto de o Museu estar fechado
16.00h – Estação Ferroviária do Montijo (Largo da Estação) – Colocação de Girassol triste pelo abandono e degradação deste património
16.30h – Zona Ribeirinha (Rua da Bela Vista) – Colocação de Girassol triste por falta de reabilitação desta zona
17.00h - Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico Poeta Joaquim Serra (Alameda Dr. José Manuel Afonso dos Santos, Afonsoeiro) – Colocação de Girassol triste pela existência de amianto neste estabelecimento de ensino
17.30h – Colinas do Oriente (Rua Rainha Santa Isabel) – Colocação de Girassol triste pela necessidade de mais transportes
18.00h – Ciclo pista (Av. Fialho Gouveia) – Colocação de Girassol alegre pela mobilidade sustentável
18.30h – Hospital do Montijo (Praça 1º Maio) – Colocação de girassol triste pela necessidade de construção de um hospital que sirva as populações dos concelhos de Montijo e Alcochete
19.00h – Ateneu Popular do Montijo – O PEV entregará um Girassol alegre pelo trabalho realizado em prol da cultura e desporto
19.30h – Conservatório Regional de Artes do Montijo (Rua Cidade de Évora, 48) – O PEV entregará um Girassol alegre pelo trabalho realizado em prol das Artes e da Cultura
“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas para os outros concelhos do Distrito de Setúbal, no âmbito destas Jornadas Ecologistas.
Pl´O Coletivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 - osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 12 de Fevereiro de 2015
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
“Os Verdes” solidários com a luta dos enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo
O Colectivo Regional de Setúbal
do Partido Ecologista “Os Verdes” está solidário e saúda a luta travada pelos
enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, nomeadamente através da
greve iniciada hoje, e que já conta, segundo informação do Sindicato dos
Enfermeiros, com uma adesão quase total.
Esta ação de luta vem suceder às
anteriores no Algarve e em Santarém, em que os enfermeiros reivindicam do atual
Governo a abertura de concursos para reforço de profissionais de saúde no
Serviço Nacional de Saúde. Os enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo
alertam também para a escassez de profissionais de enfermagem e o consequente
aumento de horas de trabalho.
“Os Verdes” consideram as
reivindicações destes profissionais justas, pois estão a defender os seus
direitos, os direitos dos doentes e o próprio Sistema Nacional de Saúde. «Os
Verdes» defendem ser urgente a contratação de mais enfermeiros, pois a atual
situação de sobrecarga e exaustão a que estão sujeitos, é inadmissível e pode
pôr em causa a sua segurança como também a qualidade dos cuidados prestados aos
utentes.
“Os Verdes” consideram ainda lamentável
que a degradação dos serviços públicos na saúde ocorra, entre outros fatores,
pela falta de contratação de enfermeiros, quando atualmente existem
profissionais desta área no desemprego e quando o país vê emigrar por ano 1 em
cada 3 dos jovens enfermeiros que são formados nas nossas escolas.
“Os Verdes” afirmam a sua total
solidariedade com a luta dos enfermeiros portugueses, e saúdam a ação de luta
promovida hoje pelos enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, e pelo
Sindicato de Enfermeiros Portugueses.
O Coletivo Regional de Setúbal de “Os Verdes”
Setúbal, 25 de Agosto de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Amanhã – 17 de Maio
Candidata do PEV nas listas da CDU, Susana Silva, em ações de campanha no Distrito de Setúbal
Susana Silva, candidata ecologista, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, juntamente com outros ativistas de “OsVerdes” e da CDU, integra amanhã, dia 17 de Maio, no distrito de Setúbal, as ações de campanha da CDU, de acordo com o seguinte programa:
Programa
17 de Maio – Sábado – com a presença do cabeça de lista da CDU, João Ferreira
10.00h - Arruada Montijo (inicio no mercado da Reforma Agrária)
11.30h - Ação de rua na Baixa de Setúbal - Largo de Santa Maria
15.00h - Ação de rua Seixal/Amora - Zona Ribeirinha da Amora
21.00h - Comício no Barreiro com intervenções de Jerónimo de Sousa, João Ferreira e Susana Silva - Largo São Francisco Xavier
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769
Lisboa, 16 de Maio de 2014
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Montijo - Apresentação do cabeça de lista da CDU, Joaquim Correia, à União das Freguesias do Montijo e Afonsoeiro
Apresentação do cabeça de lista da CDU à União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Joaquim Correia. Intervenções de Heloísa Apolónia (Deputada do PEV) e Joaquim Correia
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Situação dos pescadores do Montijo motiva pergunta de “Os Verdes” no Parlamento
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, sobre a situação dos pescadores no Montijo, que permanecem sem local para descarga de pescado e para armazenamento das artes de pesca.
PERGUNTA:
O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” tem vindo, ao longo dos tempos, a questionar os sucessivos Governos sobre o abandono a que foram votadas as comunidades de pescadores do estuário do Tejo. A falta de infraestruturas de apoio às pescas é uma realidade e é reconhecida. Os pescadores no Montijo têm sido ignorados e encontram-se hoje em completo desespero. Com a deslocalização dos transportes fluviais para o cais do Seixalinho e as obras num pequeno espaço da frente ribeirinha, pensaram os pescadores desta cidade que iriam ver resolvidas algumas das suas necessidades, como ter um local para descarga de pescado e artes de pesca e local para armazenamento das respetivas artes.
Com a assinatura de um protocolo entre a Associação do Porto de Lisboa (APL), a Câmara Municipal do Montijo e a Junta de Freguesia do Montijo que contempla a cedência das instalações do Cais dos Vapores julgaram que estaria ali parte da solução dos seus problemas. Só que a realidade veio a tornar-se mais sombria, uma vez que, para descarregarem o seu pescado, têm que usar a lota da Costa da Caparica, que dista a várias dezenas de quilómetros. A cedência de um pequeno espaço no Cais dos Vapores, só dá para 10% das suas artes, que não tem iluminação elétrica e está sem manutenção, e para culminar, o cais de atracagem afundou-se, impossibilitando a descarga das respetivas artes e pessoal afetos às embarcações.
A submersão do pontão de atracagem, por não estar sinalizado, representa neste momento um perigo para a navegação na cala do Montijo – Troço II. Devido a este facto muitos pescadores estão impossibilitados de trazer as suas artes para terra para efetuarem a sua manutenção o que representa muitos euros de prejuízo nesta comunidade e neste quadro, a reparação do pontão de atracagem é urgente. Acresce ainda que o assoreamento da cala é constante e que a médio prazo na maré baixa será difícil chegar com uma embarcação ao Montijo.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Dada a urgência da reparação do cais de atracagem do Cais dos Vapores e para que não se continuem a acumular os prejuízos dos pescadores do Montijo, que medidas vão ser tomadas para que seja resolvido este problema?
2- Tem o Governo algum projeto ou intenção de criar uma infraestrutura de apoio de pesca no Montijo?
3- Dado que a APL já não tem a responsabilidade de dragar o troço II da cala do Montijo, quem é o responsável pela mesma?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 12 de Junho de 2013
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