sábado, 25 de julho de 2020

Plenário de Eleitos e Activistas da CDU - Intervenção de Sónia Tchissole, eleita do PEV na Assembleia Municipal de Almada


Boa tarde a Todos e Todas Vós!

Bem-vindos e bem-vindas a Almada, Terra de Abril que não deixaremos nunca que deixe de o ser!
Agradecimento inicial e sincero à Academia Almadense por nos acolher neste Plenário Regional da CDU.
Nesta Sala se realizam inúmeros e diversos eventos, cerimónias, concertos.
Um desses encontros elementares é o Concerto de Ano Novo, promovido pela Câmara Municipal de Almada. Este ano realizou-se e face os discursos por aqui proferidos por quem é Presidente ou Vereadora, ambas do PS, os aplausos, não muito entusiasmados, quase que foram arrancados, por quem discursou.
As palavras de circunstância nem sempre convencem e vindas de quem vêm cada vez menos enganam.
Por falar em enganar...
Aqui esteve a Assembleia Municipal de Almada reunida em sessão extraordinária a 05 de Junho passado.
Ficámos a saber pela boca da Presidente da Câmara Municipal de Almada ser absolutamente a favor da construção do túnel Trafaria – Algés; inclusive já ter reunido com o o Presidente Isaltino, da CMOeiras e até já haver projectos para esta obra e construção! Esta é matéria que temos e devemos acompanhar em ambos os Municípios e questionar em sede própria – Assembleias Municipais e Câmaras.
Por falar em questionar...
Obra de construção da estrada na Fonte da Telha, com asfalto em cima da duna primária, paralela ao mar sentido Sul. No lado direito (sentido Norte) desta comunidade existe troço de estrada construído com calçada grossa, absolutamente permeável e sem elementos tóxicos para os ecossistemas dunar e marítimo. Desde meados do mês passado, existe troço de 700 mts de alcatrão com toda a sinalização rodoviária oficial, vertical e horizontal, sem projecto conhecido e que agora o Ministro do Ambiente vem dizer ser... provisória até ao final deste Verão... que custa somente 15 mil euros para retirar...
Tudo isto para distrair do cerne da questão: obra ilegal que pode incorrer em perda de mandato da Inês de Medeiros, actual presidente e então candidata Independente na lista do PS. A ela está agarrada o Vereador PSD que tem o pelouro da rede viária – o mesmo que uns dias diz ser o pavimento permeável; noutros ser semi-permeável e até vem afirmando que a duna já cresceu, de ambos os lados por causa do... alcatrão.
A seriedade, a coerência, a honestidade são, de facto, formas de trabalhar e de fazer Política de Poucas Forças Partidárias – neste caso , nesta Causa e Coligação que nos unem -  a CDU, somos o Partido Ecologista ‘Os Verdes’ e o Partido Comunista Português, juntamente com a Intervenção Democráticos e Muitos e Muitas Simpatizantes, Apoiantes e Activistas sem filiação partidária.
Voltando junto ao Mar e à Fonte da Telha.
Estamos a falar em território dentro de REN – Rede Ecológica Nacional e tocante duma Área Protegida – a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, na qual existe classificada uma reserva botânica e uma mata nacional.
Define o ICNF Paisagem Protegida como [citação] “ área que contenha paisagens resultantes da interação harmoniosa do ser humano e da natureza, e que evidenciem grande valor estético, ecológico ou cultural. A classificação de uma Paisagem Protegida visa a proteção dos valores naturais e culturais existentes, realçando a identidade local, e a adoção de medidas compatíveis com os objetivos da sua classificação.” [fim de citação]
E quem é o ICNF? É o organismo criado por fusão, no Governo Passos Coelho, das Florestas com a Conservação da Natureza.
Nesta aglutinação caíu a Biodiversidade ¬– extinguiu, então, o ICNB. Ou talvez tenha sido a Conservação da Natureza que se juntou à Floresta. Não mais se ouviu falar, defendeu ou promove o Governo de António Costa, desde 2015, a Biodiversidade.
Aliás em todo o sítio da Internet do ICNF existe 4 áreas-título: Primeira Florestas, Segunda Caça (espante-se!), Terceira Pesca e Quarta... Turismo, mas turismo de Natureza...
A Sede e os Serviços Técnicos da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica foram encerrados, extintos e fundidos na sede e serviços do Parque Natural da Arrábida, acumulando a Direcção dessa Área Protegida a gestão também da única Área Protegida existente em Almada. Apesar de funcionar um equipamento de visitação – o Centro de Interpretação da Mata dos Medos, os Recursos Humanos foram reduzidos ao mínimo e não há proximidade entre Serviços Técnicos e território desta Área Protegida - extensão de 13 km de faixa costeira, duma superfície de 1599 hectares, ou seja, 16km quadrados.
Nós, os Verdes temos proposto e insistido, todos os anos, nos nossos contributos, propostas e negociações para o Orçamento DO Estado para novas vagas e lugares de Vigilantes da Natureza e Guardas Florestais. Caso não tivessem sido aceites provavelmente muitos Serviços e Áreas Protegidas já não teriam Vigilantes da Natureza e/ou Guardas Florestais face as aposentações e idades avançadas destes Recursos humanos essenciais, de facto, tanto para a vigilância física e geográfica dos territórios como para a formação e sensibilização ambientais de diferentes grupos etários e ligação às comunidades locais.

E essa ligação e proximidade fazem de Nós CDU a Força Política que se liga, visita e acompanha as populações e as comunidade locais.
Nós, os Verdes visitámos, há duas semanas, a Fonte da Telha e a obra da polémica que Miguel Sousa Tavares comentou, num telejornal, ser opção, imagem e visão de Terceiro Mundo.
Houve quem tivesse passado pela Comitiva e tenha falado para ouvirmos isto “quando há buracos na estrada gostam que se tapem com alcatrão”...

É este trabalho de informação, esclarecimento e sensibilização que devemos fazer!

Temos de esclarecer comerciantes e residentes, na Fonte da Telha, que há alternativas para eliminar o pó levantado pela passagem de veículos motorizados. Foi o pavimento de calçada grossa colocado no troço Norte desta localidade.

Temos de esclarecer, até por uma questão de saúde pública que os elementos tóxicos libertados do sedimento químico que é o alcatrão se misturam tanto no sedimento da areia da praia como na água do Mar; são assimilados pelos peixes que são pescados; também absorvidos pela vegetação e quem ali produz horticultura deverá precaver-se sobre a origem da água das regas das suas hortas.
Companheiros, Companheiras, Camaradas...
Agradeço a Vossa atenção, manifestando mais uma vez todo o agrado e amizade por voltarmos a estar juntos, ainda que em estado pandémico.
Mas a Política existe e a Democracia não se suspende.
Continuemos juntos no caminho do Trabalho, da Honestidade e da Competência.

Assim somos CDU; sempre fomos, antes das Autárquicas de 2017, continuamos assim desde então e início deste mandato, não nos calamos, não desistimos e resistimos, denunciando informações falsas, mistificações de obras provisórias e usando sempre todos os direitos e poderes que fazerem parte do funcionamento democrático os órgãos autárquicos.

Viva a CDU, viva este Plenário Regional e forte Abraço Ecologista!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Aeroporto do Montijo - Os Verdes alertam: Portugal corre o risco de vir a ser o único país do mundo com um aeroporto cuja localização é escolhida por uma multinacional

O Partido Ecologista Os Verdes contesta veementemente a decisão favorável condicionada, em sede de Declaração de Impacte Ambiental, relativamente ao projeto do novo aeroporto no Montijo, confirmada ontem pela Agência Portuguesa do Ambiente.

Para Os Verdes, esta decisão não constitui surpresa, já que os factos são há muito tempo conhecidos e o que aconteceu em todo este processo de avaliação foi acomodar, do ponto de vista ambiental, uma decisão que já estava aparentemente assumida, porque “ou era no Montijo ou não haveria aeroporto”.

No entendimento do PEV, é inadmissível que uma infraestrutura com a dimensão e importância de um aeroporto esteja sujeita apenas aos interesses de uma empresa privada como é a ANA/Vinci e que o Governo se apresente refém desta multinacional que também detém uma posição na concessão da exploração da Ponte Vasco da Gama, permitindo assim a suspeita de interesses cruzados na localização no Montijo.

Inadmissível é também o facto de o Governo ter afirmado, ao longo de todo este processo, de que não havia plano B, ou qualquer outra alternativa. Numa decisão desta dimensão e natureza, impunha-se convocar o interesse público e, por isso, Os Verdes defenderam a realização de uma Avaliação Ambiental Estratégica que permitisse avaliar várias alternativas, para se poder optar pela que menos impactes causasse ao nível ambiental e da qualidade de vida das populações.

Face a esta decisão, Os Verdes não baixam os braços e continuam a exigir, não só a presença do interesse público nas decisões que digam respeito aos portugueses e, sobretudo, naquelas que são fundamentais para o desenvolvimento do País, como também continuam a exigir o respeito pela Lei.

Recorde-se, a este respeito, que, conforme decorre do Decreto-Lei n.º 186/2007, a construção de um aeroporto está dependente de uma apreciação prévia de viabilidade por parte da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC). E sobre a apreciação prévia de viabilidade que é feita pela ANAC, é referido no n.º 3 do artigo 5.º desse diploma legal que «constitui fundamento para indeferimento liminar a inexistência do parecer favorável de todas as câmaras municipais dos concelhos potencialmente afectados».

Ora, tendo em conta que as autarquias do Seixal e da Moita deram parecer desfavorável à construção do aeroporto na base aérea do Montijo, o regulador, neste caso a ANAC, não tem condições de poder deferir o requerimento de viabilidade para a construção do aeroporto do Montijo e sobre esta matéria o que há a dizer é: Cumpra-se a Lei.

Ontem como hoje, o PEV continua a defender que as questões ambientais e de qualidade de vida têm de ganhar uma outra dimensão nas decisões políticas. O Governo não pode ceder aos interesses económicos da concessionária e deixar para trás aquele que é o interesse público e que se suporta nas matérias da qualidade ambiental e da qualidade de vida das populações.

Os Verdes não se conformam com o facto de podermos vir a ser o único país do mundo cuja localização de um aeroporto é feita por uma multinacional e, portanto, orientada pelos seus próprios interesses e não pelo interesse público, demitindo-se o Governo da importante responsabilidade que é a localização de uma infraestrutura como um aeroporto.

sábado, 18 de janeiro de 2020

José Luís Ferreira, Deputado de Os Verdes, esteve no Barreiro

O Deputado de Os Verdes José Luís Ferreira, juntamente com dirigentes e activistas do PEV participou hoje, 18 de janeiro, no Barreiro, na sessão pública promovida pela Comissão de Utentes de Serviços Públicos, para debater várias questões relacionadas com os serviços públicos.
O debate decorreu na Colectividade "Chinquilho - Sempre Fixe" no Barreiro.




sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Amanhã - Barreiro - Deputado do PEV Participa em Reunião Aberta à População em que Saúde, Aeroporto e Transportes são Tema

A convite da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Barreiro, o deputado do Partido Ecologista Os Verdes, José Luís Ferreira, participa numa reunião aberta à população amanhã, sábado, 18/01/2020, a realizar no Grupo Recreativo Chinquilho Sempre Fixe, pelas 14H30, com o objetivo de ouvir e esclarecer as populações onde serão debatidos temas como: a saúde, o impacto da construção do aeroporto na saúde e no ambiente, os transportes, entre outros temas considerados relevantes para as populações.

Setúbal - Os Verdes Querem Conhecer as Causas da Morte dos Golfinhos

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Ação Climática, sobre o aparecimento de cinco golfinhos mortos na península de Tróia, havendo suspeitas de que estas mortes poderão estar relacionadas com as dragagens que estão a ser realizadas no Sado para alargamento do canal de navegação de acesso ao Porto de Setúbal.


Pergunta:



O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes teve conhecimento, por via da comunicação social, que nos últimos tempos apareceram cinco golfinhos mortos na península de Tróia, havendo suspeitas de que estas mortes poderão estar relacionadas com as dragagens que estão a ser realizadas no Sado para alargamento do canal de navegação de acesso ao Porto de Setúbal.



Além dos golfinhos, têm aparecido também aves mortas o que tem igualmente levantado suspeitas quando à sua relação com a deposição de sedimentos decorrentes das dragagens. Apesar do aparecimento de mamíferos marinhos mortos na costa, estar habitualmente relacionado com a ocorrência de grandes tempestades ou outros fenómenos naturais, é importante que, neste caso em particular, sejam investigadas a fundo as causas de morte dos golfinhos e gaivotas, e que se divulguem publicamente os resultados obtidos, para se saber, de forma cabal, se estão relacionadas com as dragagens no Sado.



As dragagens no Rio Sado e os seus impactos têm sido contestadas e são motivo de preocupação para inúmeros cidadãos, movimentos, associações, autarquias e também para o Partido Ecologista Os Verdes, uma vez que pode estar em causa a biodiversidade que este rico Estuário encerra e, também, a sobrevivência da comunidade residente de roazes corvineiros que pode ser afetada pelas operações advenientes das dragagens.




Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente e Ação Climática possa prestar os seguintes esclarecimentos:



1. O Governo confirma que os locais onde foram encontrados os golfinhos mortos se localizam nas proximidades dos locais onde tem sido feita a deposição dos dragados?



2. Que diligências foram, entretanto, realizadas para averiguar a causa da morte destes animais, golfinhos e aves, nomeadamente recolha de dados sobre as carcaças, a sua identificação e causa da morte?



3. Quando será divulgado o resultado dessas diligências?



4. Dos golfinhos que foram encontrados mortos, quantos pertencem à comunidade dos golfinhos roazes do Sado?



5. Que quantidade de dragados foi, até agora, depositada nos locais previstos no Projeto de Melhoria das Acessibilidades Marítimas ao Porto de Setúbal?



6. Que análises têm sido realizadas aos dragados que estão a ser depositados e qual o resultado das mesmas?

Os Verdes Apresentam Propostas de Alteração ao OE2020

No âmbito da discussão do Orçamento do Estado 2020 (OE2020), o PEV apresentou já um conjunto de propostas de alteração ao OE2020 que levará à discussão em sede de especialidade. Das mais de 40 propostas de alteração já apresentadas, os Verdes destacam:

Justiça Social:
- Direito das Pessoas desempregadas a passe social gratuito;
- Apoio á deslocação e deslocalização de docentes.

Alterações climáticas e conservação da natureza:
- Eficiência energética na Administração Pública;
- Benefícios fiscais para a Conservação e Redução de Consumo Energético para as MPME’s;
- Reforço de meios humanos para a conservação da natureza e da biodiversidade;
- Contribuição Especial para a conservação e diversidade florestal.

Assimetrias Regionais/Interior:
- Apoios específicos e aconselhamento técnico para a agricultura familiar;
- Regime específico de Segurança Social para a Agricultura Familiar;
- Estatuto dos Benefícios Fiscais: MPME Taxa de IRC:
- Instaladas no interior: 10% para os primeiros 25.000 euros;
- Que se instalem no interior: 7% para os primeiros 25.000 euros durante os primeiros 5 anos de atividade.

Bem-estar animal:
- Constituição de grupo de trabalho para avaliação da aplicação da lei de proteção animal e da lei relativa aos centros de recolha oficial de animais.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Os Verdes Exigem Explicações sobre Supressões nas Ligações Fluviais Seixal – Lisboa

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Ação Climática, sobre a supressão de várias ligações fluviais no sentido Seixal – Lisboa, da responsabilidade da Transtejo, quando se verificam dias de intenso nevoeiro, com a justificação de que não se cumprem as necessárias condições de navegabilidade, no entanto mantêm-se as ligações fluviais da Transtejo Cacilhas - Lisboa e Montijo – Lisboa, bem como a ligação Barreiro – Lisboa, da Soflusa, com as mesmas condições climatéricas.

Pergunta:

O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes teve conhecimento, através de denúncias de utentes, que, no último mês e meio, a Transtejo suprimiu várias ligações fluviais no sentido Seixal – Lisboa, quando se verificam dias de intenso nevoeiro, com a justificação de que não se cumprem as necessárias condições de navegabilidade.

Ora, esta justificação reveste-se de fraca fundamentação uma vez que, em dias semelhantes, nas mesmas condições climatéricas, as restantes ligações fluviais da Transtejo Cacilhas - Lisboa e Montijo – Lisboa, bem como a ligação Barreiro – Lisboa, da Soflusa, se mantêm, apenas se verificando alguns atrasos nos horários estabelecidos.

Numa altura em que se verificou um aumento da procura dos transportes na Área Metropolitana de Lisboa devido à implementação do novo sistema tarifário - entre Abril e Outubro de 2019 foram transportados mais 52 milhões e 400 mil passageiros face a igual período de 2018, o que representa um aumento de quase 20% - a supressão de carreiras no transporte fluvial representa um retrocesso no que ao direito à mobilidade das populações diz respeito.

Importa ainda referir que as ligações fluviais no Tejo são fundamentais para a promoção da coesão social e territorial na Área Metropolitana de Lisboa, para além de que representam um forte instrumento de política ambiental, pois contribuem para reduzir a circulação automóvel e a emissão de emissões de gases com efeito de estufa.

Face às denúncias recebidas, o Grupo Parlamentar do PEV entende que é importante conhecer as causas das supressões e implementar as devidas medidas para que as mesmas não se voltem a verificar.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente e Ação Climática possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. O Governo tem conhecimento das referidas supressões nas ligações fluviais Seixal – Lisboa operadas pela Transtejo e das justificações da empresa que têm remetido para o intenso nevoeiro que se tem verificado?

2. Tendo em conta de que nas mesmas condições atmosféricas, as restantes ligações fluviais se mantêm a operar sem quaisquer supressões, qual o real motivo para que as ligações Seixal – Lisboa sejam suprimidas?

3. Que medidas vai o Governo tomar para resolver, brevemente, este problema que afeta os utentes que utilizam esta ligação fluvial?

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Palmela - Mariana Silva debate violência doméstica

A Deputada de Os Verdes, Mariana Silva, esteve hoje na Escola Básica 2,3 Hermenegildo Capelo, em Palmela, no âmbito do Programa Parlamento dos Jovens, a debater a problemática da Violência Doméstica e no Namoro, com dezenas de jovens desta escola.

Foram várias as questões colocadas sobre esta problemática, para a qual, cada vez mais, é urgente passar da sensibilização à acção.




Sesimbra - Aterro em Ribeiro do Cavalo, Zambujal de Cima, preocupa Os Verdes

A Deputada de Os Verdes Mariana Silva acompanhada pelo Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, pela Presidente da Junta de Freguesia do Castelo, e de dirigentes e activistas do PEV, visitou hoje a zona circundante do aterro de Ribeiro do Cavalo, no Zambujal de Cima.

O Grupo Parlamentar do PEV já no passado dia 18 de Dezembro, questionou o Ministério do Ambiente e Acção Climática relativamente a esta situação, sendo que a autarquia e a junta de freguesia têm também feito inúmeras diligências junto das entidades competentes.

A esta visita juntaram-se dezenas de moradores que ao longo dos últimos meses apresentaram inúmeras queixas acerca da indevida actividade deste aterro.







sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Segunda-feira - Deputada de Os Verdes no Distrito de Setúbal

Na próxima segunda-feira, dia 13 de janeiro, a deputada Mariana Silva participará num debate, na Escola Básica 2,3 Hermenegildo Capelo, Palmela, no âmbito do Programa Parlamento dos Jovens, iniciativa da Assembleia da República que na edição de 2020 tem como tema: “Violência Doméstica e no Namoro: da Sensibilização à Ação!”.

De tarde, a deputada ecologista, acompanhada de dirigentes e ativistas do PEV, deslocar-se-á ao concelho de Sesimbra, para visitar a zona circundante ao aterro, em Ribeiro de Cavalo, Zambujal e contactar com os moradores, com o objetivo de se inteirar dos problemas sentidos pela população, que se tem queixado de problemas de odores desagradáveis, persistentes e característicos, provenientes do aterro e que têm afetado particularmente a população de Zambujal de Cima.

Lembramos que no passado dia 18 de dezembro, o Grupo Parlamentar do PEV deu entrada de uma pergunta dirigida ao Ministério do Ambiente e Ação Climática relativamente a esta situação, estando a aguardar neste momento resposta do referido Ministério.

Programa - 13 de janeiro - Segunda-feira

10h05– Debate com os alunos da Escola Básica 2,3 Hermenegildo Capelo - R. Escola Preparatória Hermenegildo Capelo 2 – Palmela;
15h00 – Deslocação à zona circundante ao aterro, em Ribeiro de Cavalo, Zambujal.