No dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, o Partido Ecologista Os Verdes entregará na Assembleia da República um conjunto de 10 projetos (5 projetos de lei e 5 projetos de resolução) sobre matérias relevantes para a defesa do ambiente e a garantia de maior sustentabilidade.
Este pacote de projetos integra-se em quatro temáticas fundamentais, a saber:
ÁGUA E RESÍDUOS:
1. Projeto de Lei que torna obrigatória a informação ao consumidor, na fatura da água, sobre dados relativos à qualidade da água para consumo e ao encaminhamento dos resíduos urbanos para as diferentes operações de gestão.
2. Projeto de Resolução que prevê a necessidade da revisão da Convenção de Albufeira, até 2018, com a garantia de previsão de caudais ecológicos nos rios luso-espanhóis.
PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE:
3. Projeto de Lei que estabelece medidas de proteção dos carvalhos e de outras espécies autóctones da flora portuguesa.
4. Projeto de Lei que retira da lista de espécies cinegéticas a raposa e o saca-rabos, proibindo a sua caça.
GESTÃO E MINIMIZAÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS:
5. Projeto de Lei que alarga a obrigatoriedade de rotulagem de alimentos OGM.
6. Projeto de Resolução com vista a erradicar o glifosato e a investir, junto da União Europeia, para a não renovação de licença do glifosato no espaço europeu, no final de 2017.
7. Projeto de Lei que reforça as regras de proteção contra a exposição aos campos eletromagnéticos, derivados de linhas de muito alta tensão.
8. Projeto de Resolução que exorta o Governo português a desenvolver esforços, junto do Governo espanhol, para travar a exploração de urânio em Salamanca, junto à nossa fronteira.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
9. Projeto de Resolução que visa reforçar a educação ambiental como componente de valorização da escola pública.
10. Projeto de Resolução que permite que o projeto eco-escolas seja considerado componente letiva para os professores coordenadores deste importante projeto.
De salientar que este conjunto de projetos constituirão, para o Grupo Parlamentar Os Verdes, uma prioridade de agendamento e de debate no Parlamento. A sua aprovação pelos demais grupos parlamentares em muito favoreceria, no nosso país, maior segurança, consciência e garantias ambientais.
Blogue do Colectivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista Os Verdes, um espaço de divulgação, reflexão e discussão de ideias e projectos ecologistas.
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segunda-feira, 5 de junho de 2017
quarta-feira, 20 de maio de 2015
A FÚRIA DAS PRIVATIZAÇÕES: cuidado, porque a seguir pode ir a água!
A água é um dos pilares do desenvolvimento mais ambicionados pelo setor privado. Por ser imprescindível à vida e às mais diversas atividades económicas, deter o controlo deste recurso natural fundamental é, para o setor privado, usufruir de um dos mais vastos poderes, com repercussão em dimensões tão relevantes para o desenvolvimento como a social, ambiental, económica e de gestão territorial.
Ambicionando lucros garantidos, em Portugal o setor económico tem batido recorrentemente à porta de um poder político subserviente, com o intuito de ir gerando domínio sobre o setor da água. Esse poder político, em Governos que alternaram entre o PS e o PSD e também com o CDS, foi, sobretudo desde a década de 90 do século passado, abrindo progressivamente a porta à vontade dos privados naquele que se poderia tornar o negócio da água. De um direito fundamental (assim expressamente reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da resolução A/RES/64/292) os sucessivos Governos foram transferindo esse estatuto para o plano da mercantilização.
Através do Projeto de Resolução nº 346/XII, o PEV propôs, nesta legislatura, que a Assembleia da República aprovasse a garantia do direito humano à água e ao saneamento, mas a maioria PSD/CDS rejeitou essa proposta. No âmbito da discussão da Lei de Bases do Ambiente, ocorrida na presente legislatura, o PEV propôs que a gestão pública da água constasse expressamente dessa Lei, mas a maioria PSD/CDS opôs-se a essa proposta. Entretanto, nesta mesma legislatura, tem-se assistido a declarações muito inquietantes do Governo sobre a matéria da privatização da água.
A Ministra Assunção Cristas (na altura responsável também pela tutela do ambiente) primeiro dizia-se contra a privatização da Águas de Portugal, mas depois já dizia que era hipótese a considerar. O Ministro Vítor Gaspar (então titular da pasta das finanças) afirmou que a intenção do Governo era mesmo privatizar a Águas de Portugal.
O Ministro Moreira da Silva (atual Ministro do Ambiente) tem vindo ultimamente a afirmar que este Governo não privatizará a Águas de Portugal (vincando sempre o «este»), preparando, entretanto, uma reestruturação do setor da água que funde sistemas e aumenta o preço da água para a generalidade dos consumidores, retirando dimensão interventiva às autarquias. É um caminho em tudo compatível com um passo privatizador, que o Governo diz que não dará agora (muito provavelmente só por falta de tempo), mas que pode ser dado no futuro.
O certo é que o Governo, apesar do Ministro garantir que a reestruturação do setor não cai na lógica da privatização, e apesar de assumir que este Governo não privatizará a água, fica a porta aberta para quem no futuro o pretender fazer e com a «casa arrumada» ou preparada para o efeito. Numa reunião da comissão parlamentar de ambiente, ordenamento do território e poder local (CAOTPL), os Verdes desafiaram o Ministro do Ambiente no seguinte sentido: se assume que não quer a privatização da água, estabeleçamos esse princípio na legislação ainda no decorrer desta legislatura. De outra forma o discurso é nada mais do que vão e enganador. Os Verdes apresentaram, de seguida, um Projeto de Lei que visava, justamente, estabelecer o princípio da não privatização da água na Lei Quadro da Água, aprovada pela Lei 58/2005, de 29 de dezembro, a qual todos temos o dever de adequar às necessidades do país, para salvaguardar os direitos das gerações presentes e também das futuras.
Adivinham qual foi a resposta do PSD/CDS e (desenganem-se) do PS? Foi isso mesmo – votaram contra. Está tudo dito!
quarta-feira, 4 de março de 2015
Jornadas Ecologistas em Sesimbra
Na passada terça-feira, dia 3 de Março, prosseguiram em Sesimbra, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Moita, Barreiro, Palmela, Alcochete e Montijo, as Jornadas Ecologistas de terça-feira, dia 3 de Março, decorreram em Sesimbra e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: património, saneamento básico, áreas protegias e educação.
“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.
As iniciativas de terça-feira contaram com a presença do Deputado do PEV José Luís Ferreira, de eleitos locais e de outros dirigentes nacionais de “Os Verdes”.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
3 de Março - Prosseguem em Sesimbra as Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Setúbal
Prosseguem na próxima terça-feira, dia 3 de Março, em Sesimbra, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Moita, Barreiro, Palmela, Alcochete e Montijo, as Jornadas Ecologistas da próxima terça-feira, dia 3 de Março, decorrerão em Sesimbra e terão como objetivo abordar os seguintes temas: património, saneamento básico, áreas protegias e educação.
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.
As iniciativas de terça-feira contarão com a presença da Deputada do PEV Heloísa Apolónia e de outros dirigentes nacionais de “Os Verdes”.
Programa - Sesimbra
3 de Março – terça-feira
9.30h - Edificado do Cabo Espichel - colocação de “girassol triste” pela não requalificação do edificado do Cabo Espichel
10.00h - Obras de saneamento em Sesimbra – Jardim Corredoura (perto de Santana, a caminho do Cabo Espichel) - colocação de “girassol alegre” pelas obras de saneamento em baixa realizadas pela autarquia, na freguesia do Castelo
Atribuição de galardão à autarquia pelo trabalho realizado no âmbito da rede de saneamento em baixa do concelho, que se prevê que alcance os 100% de cobertura até ao final de 2015
11.00h - Parque Marinho Professor Luíz Saldanha – Porto Abrigo junto ao pontão do cais de atracagem - colocação de “girassol triste” pelo atraso da revisão do POPNA
12.00h - Fortaleza de Santiago - colocação de “girassol alegre” pela requalificação da Fortaleza de Santiago
12.30h - “Escola Secundária da Quinta do Conde” – Junto à Escola Básica 2,3 com Ensino Secundário Michel Giacometii, que se encontra superlotada e onde existem várias turmas de secundário e a utilizar pavilhões provisórios - Colocação de “girassol triste” pela não construção da Escola Secundária da Quinta do Conde
“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas, no âmbito destas Jornadas Ecologistas, para os outros concelhos do Distrito de Setúbal.
Pl´O Coletivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 - osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 27 de Fevereiro de 2015
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
“Como desmontar a estratégia do Governo para o sector das Águas e Saneamento”
No documento apresentado pelo Governo para a Reestruturação do Sector das Águas, é dito que tal documento visa, na consciência do seu promotor, garantir a continuidade, universalidade, qualidade e sustentabilidade na prestação do serviço público de abastecimento e saneamento de águas. Objectivo positivo, mas o percurso para o atingir não é, em nada, o correcto.
Começa por destituir as décadas de trabalho e empenho que os municípios levaram a cabo no sentido de encontrar soluções para os serviços de abastecimento e saneamento. A evolução qualitativa destes serviços ao longo dos anos, em muito se deve à implementação do Poder Local Democrático, juntamente com as populações, e que permitiu dotar o país de infraestruturas de abastecimento de água e saneamento. O Governo ao apresentar este documento, fá-lo à revelia das mesmas autarquias que ao longo dos anos foram parceiros do Estado, e que colmataram graves ineficiências no que diz respeito à prestação de serviços básicos e essenciais.
Mais, a referida estratégia agora apresentada pelo Governo afasta por completo os municípios das decisões, o que não é de espantar, já que no final, o objectivo é a privatização do sector das águas e saneamento. Objectivo aliás já referido no documento da Reforma do Estado, intitulado “Um Estado Melhor”, onde se refere que “na reestruturação empresarial do sector das águas, ponderando a sua concessão, proporcionar maior coesão social e territorial, qualidade ambiental e sustentabilidade económico-financeira, através de políticas de agregação de sistemas multimunicipais, maior integração entre os sistemas de águas em alta e em baixa, recuperação gradual dos custos nas tarifas e harmonização tarifária. Adicionalmente, a transferência, através de contratos de concessão, dos aproveitamentos hidráulicos administrados pela APA, atribuindo aos utilizadores de recursos hídricos a responsabilidade pela gestão das infraestruturas de que são utilizadores e permitindo à APA centrar a sua actividade na missão fiscalizadora e reguladora.”
Posto isto, vamos desmontar esta dita estratégia de reestruturação do sector das águas e saneamento, proposta pelo Governo, enumerando três etapas:
1 – Agregação dos vários sistemas multimunicipais
Diz o Governo que a agregação dos actuais 19 sistemas multimunicipais em apenas 5 no território continental, visa colmatar a fragmentação que existe neste sector, proporcionando desta forma, ganhos de escala e eficiência, factores que serão decisivos para o acesso a Fundos Comunitários.
Nada mais errado. É inegável que no sector das águas e saneamento, quanto maior for o nível de proximidade com as populações, mais eficiente será o serviço prestado. Com esta agregação, perder-se-á esta proximidade, assim como a gestão destas sociedades por parte dos órgãos autárquicos democraticamente eleitos pelas populações. O papel das autarquias nas novas sociedades criadas pós fusão, será de mero órgão consultivo, sem direito de voto, e por isso, sem direito de decisão no futuro das águas e abastecimento das suas populações. Mais, com a agregação de diferentes realidades territoriais, perde-se toda uma estratégia local já construída por cada município.
2 – Recuperação de custos e harmonização tarifária
Diz o Governo que o actual modelo é insustentável do ponto de vista económico.
Ora, perante um novo Regulamento Tarifário é de prever profundas mudanças nesta matéria, onde, mais uma vez, os municípios não foram ouvidos. Mudanças que fazem antever mais dificuldades no acesso à água e ao serviço de saneamento básico, com o aumento das injustiças sociais que advêm de um único modelo tarifário que não tem em conta as particularidades locais, bem como, as políticas sociais que cada município decide tomar, perante as dificuldades das suas populações. Com o aumento de poderes da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), que se assemelha agora a uma verdadeira autoridade nacional, esta pode vir a determinar as tarifas. Pode também insurgir-se nas políticas municipais, o que constitui uma clara violação da autonomia do Poder Local no que diz respeito a matérias financeiras e patrimoniais.
3 – Concessão dos sistemas
Por mais que o Governo negue, o objectivo máximo desta reestruturação é efectivamente a concessão dos sistemas, que representa claramente a privatização deste sector e a mercantilização da água e dos serviços de saneamento, onde os municípios e as suas populações serão meros clientes, que verão as tarifas a aumentar, degradação do serviço e da sua qualidade até aqui alcançada, em favor de um privado cujo objectivo é apenas e só a obtenção do lucro. Muitos vão sendo os exemplos espalhados por esse mundo, onde as privatizações neste sector foram desastrosas, sendo que muitos tentam reverter o processo através de uma remunicipalização. O Governo com esta reestruturação opta então enveredar por um caminho que outros países já provaram ser o errado.
Como se pode verificar, todo este processo encetado pelo actual Governo, tem vindo a ser feito com um claro objectivo: entregar o serviço de abastecimento de águas e saneamento ao sector privado. Feito à revelia das autarquias e das populações.
É inaceitável que o sector das águas e saneamento, dada a sua vital importância para as populações e para o país, não receba do Governo investimento no sentido de garantir o igual acesso de todos a estes serviços. Pelo contrário, recebe sim uma clara estratégia assente num processo de pressão e de chantagem face às actuais dificuldades financeiras a que os municípios se encontram sujeitos, também resultado das sucessivas políticas de ataque ao Poder Local Democrático.
A água e o saneamento são um Direito Humano Fundamental, consagrado pelas Nações Unidas, constituem serviços públicos essenciais a que todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica e localização geográfica devem ter acesso, motivo pelo qual se devem manter a sua gestão pública, assegurada por empresas de natureza pública e cuja actuação seja pautada por princípios de igualdade, justiça, solidariedade, coesão social e territorial e sustentabilidade ambiental.
artigo de opinião de Susana Silva - Dirigente e membro da comissão executiva do PEV, publicado no distrito online
segunda-feira, 14 de abril de 2014
“Resíduos e privatização da EGF” - Jornadas Parlamentares de “Os Verdes” terminam amanhã em Setúbal
Depois de hoje, 14 de Abril, reunir com a Câmara Municipal de Lisboa, com a Comissão Sindical da Valorsul e também com a Quercus, o Grupo Parlamentar “Os Verdes” prossegue amanhã, dia 15 de Abril, as suas jornadas parlamentares sobre o tema “Resíduos e privatização da EGF”, de acordo com o programa:
15 de Abril – Loures e Setúbal
10.30h - Reunião com a Associação de Defesa do Ambiente de Loures (no Cine-teatro, em Loures)
12.00h – Reunião com a Comissão Intersindical da Amarsul, no Seixal (Ecoparque da Amarsul, Alto dos Carrascos, Corroios, Vale de Milhaços)
14.00h – Reunião com a Câmara Municipal de Setúbal, em Setúbal – Paços do Concelho
15.30h – Conferência de Imprensa no Jardim da Beira Mar, frente à sede do Parque Natural da Arrábida, em Setúbal, para dar conta das conclusões das Jornadas Parlamentares e do seu seguimento parlamentar
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt
Lisboa, 14 de Abril de 2014
quarta-feira, 22 de maio de 2013
«Os Verdes» na Moita comemoraram 30 anos de Lutas Ecologistas
No dia 18 de Maio «Os Verdes» comemoraram 30 anos de Lutas Ecologistas na Moita.
Muitos foram os militantes e activistas do PEV que se juntaram neste jantar convívio.
O jantar contou com a presença da deputada do PEV, Heloísa Apolónia.
Intervenção de Jorge Taylor, membro do Conselho Nacional do PEV
Companheiros e amigos,
Em nome da Direcção do Partido Ecologista “Os Verdes”, quero em primeiro lugar agradecer e saudar todos os presentes, militantes, amigos e simpatizantes do PEV.
Agradecer a D. Augusta por permitir mais uma vez que este jantar convívio do PEV se realizasse neste espaço que sempre nos acolheu com amizade.
Os Verdes Comemoram “30 Anos de Lutas Ecologistas”, hoje, é reconhecidamente, um influente partido político português com um vasto e consolidado património de luta.
Ao longo destes 30 anos de existência, os Verdes cresceram e amadureceram mantendo sempre uma estreita proximidade com as populações, com os problemas concretos, num contacto intenso com a realidade do país em que vivemos. E é com base nesta estreita ligação com a população que proponho trazer a este jantar convívio e apresentação do livro “30 Anos de Lutas Ecologistas”, o nosso princípio de Agir Local.
Se numa dimensão nacional do partido, comemoramos “30 Anos de Lutas Ecologistas” numa componente mais localizada, o Concelho da Moita “Comemora 20 Anos de Lutas Ecologistas”, no âmbito do nosso principio de “Agir Local”.
Nestes 20 Anos de Lutas Ecologistas, tocámos em temas, como saúde, neste caso concreto apraz-me imenso dizer que o Debate sobre Sida realizado em 1993, em conjunto com a Associação Juvenil “Ideias Jovens em Movimento”, marcou o início do nosso princípio de Agir Local no Concelho da Moita.
Ainda subordinado a este tema, foi também realizada uma tertúlia sobre “Sexo Sustentável”.
Tocámos, também, em outros temas, designadamente na área da segurança alimentar, das desigualdades sociais e do eco-desenvolvimento, estes últimos com iniciativas intituladas “Conversas à Volta da Mesa”. Alertamos para os perigos de uma eventual privatização do sector da água, tocámos, ainda, em questões relacionadas com a educação, transportes públicos e mobilidade, e por uma sociedade inclusa, estas últimas denominadas de “Tertúlias”.
Promovemos iniciativas de rua como a Marcha pela Água que se traduziu numa prova de cicloturismo e caminhada que terminou numa conferência de imprensa durante um passeio de barco pelo rio Tejo.
Promovemos, também, uma iniciativa subordinada ao tema “A Pedalar e a Caminhar por uma Sociedade Inclusa” que terminou com um piquenique e com uma conferência de imprensa. Por último, realizamos “A Pedalar e a Caminhar por Uma Gestão Pública da Água, que terminou com um almoço de confraternização e uma conferência de imprensa.
MELHOR MOBILIDADE, MELHOR SAÚDE, MELHOR EDUCAÇÃO, MELHOR AMBIENTE, POR UMA SOCIEDADE INCLUSA, POR UMA GESTÃO PÚBLICA DA ÁGUA são exemplos de áreas que têm estado no centro das nossas exigências.
Bem como, termos vindo a reclamar um investimento sério nos transportes públicos, com horários compatíveis entre as diferentes operadoras, menos tempo de espera nas paragens, devido à supressão de carreiras. Promovemos abaixo-assinados sobre esta matéria e manifestamos o nosso desagrado pelos sucessivos aumentos dos preços dos transportes públicos.
Neste jantar convívio quero, ainda referir que se avizinha um novo ciclo eleitoral.
Nesta senda, proponho, também, trazer a este encontro, algumas palavras apenas para sublinhar a importância dos testemunhos dos eleitos da CDU.
Testemunhos que expressam a vivência dos eleitos na Coligação Democrática Unitária.
Bem demonstrativos da motivação e da confiança que caracterizou este mandato não só no concelho da Moita, como também noutros concelhos.
Outra coisa não seria de esperar. Nós temos uma forte razão para termos uma grande confiança, porque sustentamos essa confiança no trabalho que a CDU desenvolveu e no reconhecimento que as populações dão a esse trabalho prosseguido.
Para além disso, os autarcas da CDU, no concelho da Moita e nas suas freguesias, são autarcas reivindicativos, que não deixam por mãos alheias a exigência de investimento necessário para o desenvolvimento do município. Mais e melhores forças de segurança, melhor mobilidade, melhor saúde, melhor educação são exemplos de áreas que têm estado no centro das reivindicações dos nossos autarcas ao Governo, e que outros deixariam certamente ao critério do Governo. Nós não! Sabemos do que a população precisa e queremos prestar o melhor serviço à nossa população.
Na afirmação do projecto ecologista em Portugal, é importante para o PEV, contar com os contributos de todos os eleitos, dos amigos, simpatizantes e futuros candidatos.
É importante ter em cada um de vocês um agente de mudança para um país e para um mundo melhor.
O PEV, um Partido de corpo inteiro, autónomo e independente, com ideias claras, livres e soberanas nas decisões que toma, ao compreender que os desafios do futuro e as opções de desenvolvimento têm que ser construídas com sustentabilidade ambiental e social, não se preocupa apenas com as questões ambientais e propõe-se tocar em outras áreas como, a economia, a cultura, a educação, a saúde, os direitos humanos e a justiça social.
É por tudo isto e por muito mais que nós, confiantes e seguros, apelamos a todos que continuem a participar com os Verdes dentro do quadro da nossa intervenção que quisemos activa e actuante, ouvindo a população, mantendo a preocupação com a qualidade de vida e a segurança das pessoas. Assim continuaremos todos juntos a organizar, a participar na vida colectiva do concelho, na do distrito de Setúbal, bem como na do país. Participaremos sempre com o mesmo desempenho na defesa sem tréguas de um mundo harmonioso, um mundo em que o engenho encontra a natureza para fazer de cada homem e de cada mulher um ser pleno e feliz.
Antes de passar a palavra a Deputada Heloísa Apolónia, só queria fazer um agradecimento muito especial a todos que ao longo destes 20 Anos de Agir Local Têm estado sempre do nosso lado. Para vocês o nosso abraço maior.
Obrigado
segunda-feira, 13 de maio de 2013
«Os Verdes» na Moita comemoram 30 anos de Lutas Ecologistas
Car@ Companheir@,
No âmbito das iniciativas comemorativas dos 30 anos do Partido Ecologista “Os Verdes”, sob o lema “30 ANOS DE LUTAS ECOLOGISTAS”, realiza-se no dia 18 de Maio, pelas 20h30, no restaurante Sabores de África – Zona Envolvente à Praça de Toiros, na Moita, um Jantar Convívio, bem como a apresentação do livro “30 Anos de Lutas Ecologistas”.
Durante o jantar convívio serão abordadas questões relacionadas com os transportes públicos e privatização do sector da água, no fundo preocupações que o núcleo dos Verdes da Moita tem vindo a reclamar no âmbito do princípio “Agir Local”.
Esta iniciativa contará com a presença da Deputada Ecologista Heloísa Apolónia, com dirigentes e autarcas do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Convidamos todos os militantes, amigos e simpatizantes a participarem nesta comemoração.
Junto segue o link online para a ficha, que poderás preencher!
Estaremos atentos à tua inscrição, e contamos contigo para esta celebração dos 30 anos de Lutas Ecologistas na Moita!
Saudações Ecologistas,
Partido Ecologista «Os Verdes»
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Seixal - "Água e Direitos Humanos"
8 de Maio de 2013
Escola Secundária Manuel Cargaleiro, Seixal
“Os Verdes” levam campanha “Contra a Privatização da Água” a Escola do Seixal - Amora
A convite da Escola Secundária Manuel Cargaleiro (Amora, Seixal) que, no quadro do Ano Internacional da Cooperação pela Água, organiza diversas iniciativas, o Partido Ecologista “Os Verdes” realizou neste estabelecimento de ensino, uma sessão sobre o tema “Água e Direitos Humanos”.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Amanhã – 8 de Maio - “Os Verdes” levam campanha “Contra a Privatização da Água” a Escola do Seixal - Amora
A convite da Escola Secundária Manuel Cargaleiro (Amora, Seixal) que, no quadro do Ano Internacional da Cooperação pela Água, organiza diversas iniciativas, o Partido Ecologista “OsVerdes” realizará amanhã, nesse estabelecimento de ensino, pelas 15.30h, uma sessão sobre o tema “Água e Direitos Humanos”. A delegação do PEV será composta pelas dirigentes nacionais Cláudia Madeira e Susana Silva (também do Coletivo Regional de Setúbal).
“Os Verdes” relembram que a sua campanha “Contra a privatização da água” foi lançada em Lisboa no passado dia 22 de Março, Dia Mundial da Água, e tem percorrido o país desde então.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 7 de Maio de 2013
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
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