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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Os Verdes Querem Avaliação Ambiental Estratégica que defina localização de respostas aeroportuárias

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que abandone o processo relativo à construção de um novo aeroporto na BA6 do Montijo e realize uma Avaliação Ambiental Estratégica que afira de diversas hipóteses de localização de respostas aeroportuárias, ao abrigo do Decreto-Lei nº 232/2007, de 15 de junho, alterado pelo Decreto-Lei nº 58/2011, de 4 de Maio.

Leia aqui o texto completo do Projeto de Resolução de Os Verdes.


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Aeroporto do Montijo – Verdes Profundamente Preocupados com Posição da APA

O Partido Ecologista “Os Verdes” manifesta uma profunda preocupação em relação à decisão da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) de viabilizar, o projeto para a construção do terminal aeroportuário na BA6 – Montijo, embora já esperada pela inaceitável pressão exercida pelo Governo junto de diferentes organismos.

As medidas mitigadoras propostas pela APA ao nível do ruído, avifauna e mobilidade são incompreensíveis.

As populações da Moita e Barreiro irão ficar confinadas às paredes das suas habitações sem poderem abrir portas ou janelas para não serem afectadas pelo ruído.

As perturbações na avifauna, nos habitats e em todo o ecossistema da Reserva Natural do Estuário do Tejo não são mitigáveis. Relembramos que as áreas propostas para a mitigação já fazem parte do plano de ordenamento e gestão da reserva natural. 



Ao nível da mobilidade a proposta da compra de dois navios é “atirar areia” para os olhos dos portugueses. As necessidades da Área Metropolitana, em termos de mobilidade não se coadunam com a compra de apenas dois navios, se hoje as necessidades são enormes, após a implementação do aeroporto estas aumentarão substancialmente e isso não está acautelado.

Este Projeto sendo executado vai causar danos irreversíveis que não têm mitigação possível.

Para “Os Verdes” o Governo do PS, mais uma vez, decidiu aliar-se a uma multinacional em vez de defender os Portugueses e as suas riquezas naturais.  O interesse público exigiria que os critérios ambientais  e de segurança  das pessoas e do território estivessem em primeiro lugar! 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Heloísa Apolónia confronta António Costa com falta de AIA - aeroporto do Montijo

Na sua primeira intervenção no debate com o Primeiro Ministro António Costa, que se realizou na passada sexta-feira, dia 11 de janeiro, Heloísa Apolónia levanta duas importantes questões:

- a construção do novo aeroporto complementar de Lisboa no Montijo, uma má decisão para o país pelos constrangimentos que levanta, pela falta de Avaliação de Impacto Ambiental, pelo condicionamento da decisão que a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) virá a tomar e pela cedência aos interesses da concessionária;

- a contagem de todo o tempo de serviço para os professores para efeitos de progressão na carreira e as soluções encontradas nos Açores e na Madeira


Numa segunda intervenção, Heloísa Apolónia volta a questionar António Costa sobre o aeroporto do Montijo e a falta de estudo relativamente a soluções alternativas. Questiona, ainda, sobre a falta de Avaliação de Impacte Ambiental também nas obras Portela. Para o PEV, esta é uma decisão que cede aos interesses da concessionária e que não beneficia o desenvolvimento do país: “Pode contar com a luta de Os Verdes contra esta decisão já tomada”.

Heloísa Apolónia aborda ainda o tema Programa Nacional de Investimento e avisa que é importante inverter a lógica do desinvestimento na ferrovia e de encerramento de linhas ferroviárias, uma batalha antiga de Os Verdes pelo investimento na ferrovia em nome da coesão territorial e do combate às alterações climáticas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Heloísa Apolónia alerta para perigos das dragagens no Rio Sado

Heloísa Apolónia proferiu hoje, 17 de outubro, no Parlamento uma declaração política sobre as dragagens no Sado e afirma que a maior intensidade e volume das dragagens previstas gera enorme preocupação a Os Verdes pelos seus impactos nalguns elementos naturais de grande relevância, como a comunidade de golfinhos e as praias da Arrábida. Uma preocupação que se agrava por se saber que uma parte do estudo feito pela Universidade de Aveiro para proteger os golfinhos do Sado foi ignorada para, desconfia-se, não se colocassem obstáculos às referidas dragagens, o que é bastante grave. “O que deveria acontecer…era primeiro a classificação das áreas que se considera importante classificar e depois, então, avaliar-se-ia que tipo de dragagens seriam possíveis”, afirma a Deputada Heloísa Apolónia que refere ainda que a DIA demonstra uma clara insuficiência em relação ao estado da dinâmica sedimentar, com impactos nas praias da Arrábida. Também os pescadores afirmam que local para deposição das lamas terá impacto na captura de moluscos e bivalves, afetando a pesca artesanal da região. “O PEV considera que não estão dadas garantias seguras sobre a influência real ou também sobre a minimização de impactos em relação aos valores naturais em causa, que são relevantíssimos”, valores naturais que têm uma importância fulcral na economia da região. A deputada ecologista termina a sua intervenção afirmando que, para Os Verdes, “Este processo de dragagens previstas para o Sado deve ser reponderado”.


Numa segunda intervenção, Heloísa Apolónia responde a pedidos de esclarecimento e refere as preocupações relacionadas com o local da deposição das lamas que afetará as pesca artesanal . Sublinha a importância de dignificar as Avaliações de Impacte Ambiental, fundamentais para as tomadas de decisão e não para fingir estudos sobre decisões que estão previamente tomadas onde os interesses económicos se sobrevalorizam aos interesses ambientais: “Não pode ser esse o caminho”, termina a deputada ecologista.


Leia aqui o texto completo desta intervenção.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Posição de Os Verdes sobre as dragagens no Sado


Relativamente à questão das dragagens no Rio Sado, Setúbal, Os Verdes lembram que, no passado dia 26 de setembro, levantaram o tema no Parlamento, tendo questionado o Primeiro-ministro sobre o assunto.

Para o PEV, a Declaração de Impacte Ambiental não assegura as necessidades de preservação da biodiversidade e de valores naturais como a comunidade de golfinhos e as praias da Arrábida.

Os Verdes questionarão o Ministério do Ambiente sobre a razão de ter “metido na gaveta” um plano, que já estava preparado, para a preservação da comunidade de golfinhos do Sado, o que é bastante grave.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Heloísa Apolónia questiona António Costa sobre as dragagens no Sado

No debate quinzenal com o Primeiro Ministro, António Costa, realizado hoje no Parlamento, a Deputada Heloísa Apolónia questionou sobre as sobre as dragagens previstas para o Estuário do Sado que terão impactos negativos sobre as praias da Arrábida, a biodiversidade e o próprio estuário:

"Como é que o Governo vai garantir que os interesses ambientais não vão ficar esquecidos face aos interesses económicos? Como é que vai garantir que a comunidade de roazes corvineiros não vai ser afetada? Como vai garantir que as praias da Arrábida não vão ser afetadas?", são as perguntas colocadas pela Deputada ecologista (a partir do minuto 2.56)




sexta-feira, 20 de julho de 2018

Os Verdes na Feira de Sant’Iago – Campanha “O Clima está em mudança! – Toca a Mudar Também!”

A campanha do PEV dedicada a um dos maiores desafios que se coloca à Humanidade e à vida no Planeta, as Alterações Climáticas, denominada “O Clima está em mudança! – Toca a Mudar Também!" está na Feira de Sant'Iago, em Setúbal.

Venha ver os cartoons, da autoria do arquiteto Telmo Quadros, de 21 de julho a 5 de agosto, no espaço dedicado aos partidos políticos, entre as 21.00h e as 24.00h, onde se encontrarão dirigentes e ativistas de Os Verdes.








segunda-feira, 5 de junho de 2017

Dia Mundial do Ambiente

No dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, o Partido Ecologista Os Verdes entregará na Assembleia da República um conjunto de 10 projetos (5 projetos de lei e 5 projetos de resolução) sobre matérias relevantes para a defesa do ambiente e a garantia de maior sustentabilidade.
Este pacote de projetos integra-se em quatro temáticas fundamentais, a saber:

ÁGUA E RESÍDUOS:
1. Projeto de Lei que torna obrigatória a informação ao consumidor, na fatura da água, sobre dados relativos à qualidade da água para consumo e ao encaminhamento dos resíduos urbanos para as diferentes operações de gestão.
2. Projeto de Resolução que prevê a necessidade da revisão da Convenção de Albufeira, até 2018, com a garantia de previsão de caudais ecológicos nos rios luso-espanhóis.


PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE:
3. Projeto de Lei que estabelece medidas de proteção dos carvalhos e de outras espécies autóctones da flora portuguesa.
4. Projeto de Lei que retira da lista de espécies cinegéticas a raposa e o saca-rabos, proibindo a sua caça.


GESTÃO E MINIMIZAÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS:
5. Projeto de Lei que alarga a obrigatoriedade de rotulagem de alimentos OGM.
6. Projeto de Resolução com vista a erradicar o glifosato e a investir, junto da União Europeia, para a não renovação de licença do glifosato no espaço europeu, no final de 2017.
7. Projeto de Lei que reforça as regras de proteção contra a exposição aos campos eletromagnéticos, derivados de linhas de muito alta tensão.
8. Projeto de Resolução que exorta o Governo português a desenvolver esforços, junto do Governo espanhol, para travar a exploração de urânio em Salamanca, junto à nossa fronteira.


EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
9. Projeto de Resolução que visa reforçar a educação ambiental como componente de valorização da escola pública.
10. Projeto de Resolução que permite que o projeto eco-escolas seja considerado componente letiva para os professores coordenadores deste importante projeto.


De salientar que este conjunto de projetos constituirão, para o Grupo Parlamentar Os Verdes, uma prioridade de agendamento e de debate no Parlamento. A sua aprovação pelos demais grupos parlamentares em muito favoreceria, no nosso país, maior segurança, consciência e garantias ambientais.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Moita - Conversa Ecologista "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa

No sábado passado, dia 22 de abril, realizou-se na Moita, mais uma Conversa Ecologista - “A” de Ambiente na Constituição da República Portuguesa.

Foi uma "Conversa" com muita participação e interesse de todos os presentes, e onde se realçou a importância do debate em torno das questões do Ambiente e da promoção do conhecimento da Lei Mãe da democracia portuguesa.

Foi, ainda, inaugurada a exposição de Cartoons, que retrata o Estado do Ambiente em Portugal, da autoria do Arq. Telmo Quadros.











terça-feira, 18 de abril de 2017

Moita - Conversa Ecologista - "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa

No próximo sábado, dia 22 de Abril, pelas 16h, Os Verdes promovem na Moita, na Biblioteca Municipal, mais uma Conversa Ecologista.

O tema desta conversa será o “A” de Ambiente na Constituição da República Portuguesa e o objetivo é dar a conhecer os direitos e deveres ambientais consagrados na Constituição da República e o que levou a que, em 1976, o texto Constitucional integrasse, de forma tão inovadora, única e exemplar, tanto a nível da Europa como do mundo, esta matéria.

Esta Conversa Ecologista contará com a participação de Manuela Cunha, membro da Comissão Executiva Nacional do PEV e de Jorge Taylor, dirigente do PEV e membro do Coletivo Regional da Moita.

Teremos também a inauguração de uma exposição de cartoons, da autoria do arquiteto Telmo Quadros, que reflete o estado do Ambiente, 40 anos depois de aprovada a Constituição da República Portuguesa.

Pelo direito a um ambiente saudável e pelo dever de o defender, contamos contigo!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

PEV esteve hoje em Setúbal com campanha "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa

Os Verdes estiveram hoje em duas das escolas secundárias de Setúbal, com a campanha que assinala os 40 anos da Constituição da República Portuguesa - "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa.

Com esta campanha, o PEV dará a conhecer aos jovens o direito ao ambiente consagrado na Lei Fundamental da Democracia Portuguesa, por via de uma brochura com cartoons, sobre o tema, que lhes é entregue.

A campanha seguirá, nas próximas semanas, noutras escolas dos vários concelhos do Distrito de Setúbal.










sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Os Verdes questionam o Governo sobre os impactos ambientais decorrentes do derrame de combustível no Porto de Sines



A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre derrame de combustível no terminal de contentores de Sines não se sabendo exatamente a quantidade de combustível derramado e cujos meios ao dispor da APS não foram suficientes para conter o derrame.

Pergunta:

No passado dia 2 de outubro foi detetado no terminal de contentores de Sines um derrame de óleo combustível, usado geralmente pelos navios para navegar em alto mar.

Segundo declarações do Presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), as operações de contenção e de remoção do combustível derramado no mar, que ascende a várias toneladas, vão continuar nos próximos dias, a cargo da APS, com o apoio da Autoridade Marítima, estando ainda prevista a intervenção de mergulhadores para avaliar a dimensão do derrame.

Admitiu o Presidente da APS que ainda não se saberá exatamente a quantidade de combustível derramada e que os meios ao dispor da APS não foram suficientes para conter o derrame, classificado como “grau quatro” quanto à sua gravidade, tendo sido necessário um reforço de meios por parte da Autoridade Marítima.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1.    Qual a origem e que quantidade de combustível foi derramado no terminal de contentores de Sines?

2.    De que meios técnicos e humanos se encontram dotadas as entidades competentes, para fazerem face a este e outros derrames?

3.    De que meios dispõe, para o efeito, o próprio Porto de Sines para um combate eficaz a estas graves ocorrências?

4.    As produções de aquacultura localizadas na área marítima do terminal de contentores de Sines, foram de alguma forma afetadas?

5.    Que impactos ambientais decorrem deste derrame ocorrido?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
T: 213919 642 - F: 213917424 – TM: 910 836 123   imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)  www.osverdes.pt 
07 de outubro de 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Ecolojovem – Os Verdes assinala o Dia Mundial da Terra




O Dia Mundial da Terra celebra-se a 22 de Abril e foi criado em 1970, com o objetivo de alertar e consciencializar para a proteção do Planeta, utilização e gestão dos recursos naturais e educação ambiental.
Por ser um dia importante, do ponto de vista ecológico e de preservação dos recursos naturais, os Jovens Ecologistas, juntamente com o Coletivo de Setúbal do Partido Ecologista, irão assinalar esta data no dia 23 de Abril, de manhã, na Serra da Arrábida.

Com esta iniciativa, os Jovens Ecologistas pretendem dar relevância à importância do nosso planeta, o único que temos. Cada vez mais deve ser preocupação de todos nós o facto de a Natureza não ser conservada pela sua riqueza intrínseca, como deveria, mas apenas quando é fonte de lucro. A investigação feita na área das alterações climáticas e os impactes ambientais de diversos setores da sociedade é vista como uma fonte de despesa e não como um investimento na qualidade de vida das pessoas, na saúde pública e no próprio Planeta.

É entendimento da Ecolojovem – Os Verdes que é necessário chamar a sociedade para o debate público sobre estas questões, sendo que o que já existe revela-se insuficiente para a tomada de medidas concretas sobre um problema emergente e com elevados impactos não só na espécie humana, mas também em todas as outras espécies que habitam o nosso planeta, com especial ênfase em espécies com menores capacidades de adaptação, ou com menor abrangência global.

Assim, os Jovens Ecologistas convidam todos a que os acompanhem nesta manhã de aprendizagem, que irá permitir conhecer um pouco mais a biodiversidade no nosso território, nomeadamente a da Serra da Arrábida, e estar em contacto com a Natureza.

Programa:

23 de abril, sábado.
9h30 – Percurso Serra da Arrábida*
11h30 – Visita ao Centro de Setúbal, com contacto com a população e distribuição de documentos
13h00 ¬ Piquenique, no Jardim da Beira-Mar, em Setúbal

* Percurso condicionada às condições climatéricas e em local a confirmar

A Ecolojovem “Os Verdes”
O contacto do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424)
-  imprensa.verdes@osverdes.pt)
www.osverdes.pt
19 de abril de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Seixal - Verdes questionam Governo sobre maus cheiros provenientes do aterro


A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente,sobre os maus cheiros provenientes do aterro para resíduos sólidos urbanos no Seixal, que afetam os moradores das áreas adjacentes. A Deputada ecologista questiona, ainda, sobre a entrada em funcionamento do Centro de Valorização Orgânica do Seixal, que poderá contribuir para reduzir o depósito em aterro e para a diminuição dos maus cheiros.

Pergunta

Os moradores em áreas adjacentes ao aterro para resíduos sólidos urbanos, situado no Seixal e gerido pela Amarsul, queixam-se de cheiros intensos advenientes do funcionamento deste aterro sanitário.

Temos conhecimento que a Câmara Municipal do Seixal já tem levantado esta questão junto da Amarsul, procurando uma solução para o problema que afeta os moradores. É também do conhecimento público que já se encontra construída, embora ainda não em pleno funcionamento, uma central de valorização orgânica (CVO) no Seixal, a qual retirará um conjunto significativo de resíduos do aterro, tratando e valorizando os biodegradáveis, por via de digestão anaeróbica e compostagem, cujo produto final resulta em fertilizante agrícola. Se esta CVO funcionar devidamente, pode contribuir para reduzir substancialmente o depósito em aterro de um conjunto significativo de resíduos urbanos, que em muito contribuem para os maus cheiros.

Assim, e procurando dar sequência a solicitações de cidadãos que se dirigiram ao Grupo Parlamentar Os Verdes em busca de respostas para as suas dúvidas, solicitamos ao Senhor Presidente da Assembleia da República que, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, remeta a presente Pergunta ao Ministério do Ambiente, para que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:

  1. Quando se prevê a entrada em pleno funcionamento do centro de valorização orgânica (CVO) do Seixal?
  2. A tecnologia utilizada nesse CVO terá impacto na eliminação de odores advenientes do aterro sanitário?
  3. De acordo com a evolução da produção de resíduos, com a capacidade das células do aterro e com a implementação de soluções técnicas que visam a redução da deposição de resíduos em aterro, designadamente a reciclagem e a valorização orgânica, qual a previsão do tempo de vida do aterro sanitário do Seixal?

O Grupo Parlamentar Os Verdes 
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769-  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
15 de janeiro de 2016

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Heloísa Apolónia - terminal de contentores da Trafaria

Heloísa Apolónia intervém no âmbito da discussão da petição "Não ao mega terminal de contentores na Trafaria" e saúda o recuo do Governo nesta matéria. Desafia-o, ainda, a levantar as restrições impostas para que a autarquia de Almada possa prosseguir com a implementação de medidas de desenvolvimento sustentável no quadro da requalificação da zona em causa

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Quando o governo usa a fiscalidade verde para objetivos orçamentais e não ambientais



Quando o Governo usa a fiscalidade verde para objetivos orçamentais e não ambientais, está tudo estragado! E esse é claramente o objetivo do Governo PSD/CDS.

O Executivo de Passos Coelho encomendou um projeto de reforma da fiscalidade verde a uma comissão, que designou de técnica. Pode, de facto, ter sido composta por técnicos, mas o seu objetivo político estava bem traçado, pese embora com o cuidado de ser disfarçado por um qualificativo muito nobre: verde ou ambiental. Compreendi isso mesmo quando li o documento produzido pela Comissão, mas enraizei ainda mais essa ideia, quando, no Parlamento, ouvi e questionei o Presidente dessa Comissão.

Não entrarei, aqui e agora, em detalhe sobre o projeto de fiscalidade verde (que tem aspetos que louvo e outros de que discordo), mas julgo que é muito relevante denunciar o princípio central desta «reforma fiscal». O facto é que ela é sustentada no princípio da neutralidade fiscal. Significa isto que o Estado arrecadará um volume de receita de impostos igual ao que arrecada hoje: nem mais nem menos «carga» fiscal para o Estado. Como refere a Comissão, haverá simplesmente uma reciclagem fiscal, ou seja, o que representar mais receita para o Estado por via da fiscalidade verde, será retirado noutros impostos, de modo a que o volume global de impostos não cresça, nem desça. O mesmo é dizer que, se a fiscalidade verde que foi proposta representa que os contribuintes pagarão mais 160 milhões de euros para os cofres do Estado, há outros impostos que devem descer na mesma ordem de grandeza.

Até aqui, parece haver lógica. Contudo, o problema de partida acontece quando esta neutralidade fiscal visa ser aplicada num quadro de «brutal» aumento de impostos (tal como o classificou o então Ministro Vitor Gaspar). Isto significa que o Governo aumentou exponencialmente os impostos, dizendo que esse aumento era temporário. O que o Governo agora se prepara para fazer, usando a fiscalidade verde, é tornar definitivo aquilo que assegurou que era temporário. Prepara-se, portanto, para eventualmente acabar com a sobretaxa de IRS (que tanto pesou e pesa a tantas famílias), mas imediatamente coloca nos contribuintes os encargos decorrentes da reforma da fiscalidade verde, para garantir que se mantém o brutal aumento de impostos!

Custa-me muito que se use o ambiente para efeitos tão perversos. E, por isso, o que pedimos ao Governo é que primeiro baixe os impostos (baixe o IRS, desça o IVA na restauração, etc) e depois, então, já num quadro global de impostos mais baixo, é justo discutir a fiscalidade verde e a sua associação ao princípio da neutralidade fiscal. Até lá, o Governo está a acenar uma bandeira ambiental para efeitos demasiado perversos e injustos. Custa-me que o Governo ande sempre a tentar fazer das pessoas tolas! Primeiro dizia que não aumentava impostos. Aumentou e brutalmente. Depois disse que esse aumento era temporário. Agora quer torná-lo definitivo de forma encapotada. Já são irresponsabilidades em excesso!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Quando a fiscalidade verde é um pretexto para aumentar impostos e não para servir a sustentabilidade

Foi já apresentado o relatório preliminar da Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde. Importa avaliá-lo, mas não sem antes contextualizar essa avaliação, referindo que houve inúmeras propostas sobre fiscalidade ambiental, apresentados pelo PEV no parlamento, que quer o Governo quer a maioria PSD/CDS rejeitaram. Entre elas recordamos, só a título de exemplo, a dedução do passe social no IRS, a descida do IVA para as bicicletas, a consignação de uma parte do imposto sobre produtos petrolíferos para o investimento no transporte público, a reposição dos benefícios fiscais à aquisição de equipamentos para energias renováveis, redução do IVA para produtos com matéria reciclada.

No âmbito dessa contextualização, importa também relembrar que foi este Governo PSD/CDS que retirou os benefícios fiscais às empresas para se instalarem no interior do País, contribuindo assim para agravar uma das maiores causas de problemas ambientais, que se prende com as assimetrias regionais, com o despovoamento e a desertificação do interior do País.

Este historial, bem como o "brutal aumento de impostos", que de transitório já pouco tem, deixa-nos logo de pé atrás sobre as verdadeiras intenções do Governo em relação à fiscalidade que designa de ambiental.

A fiscalidade ambiental pode conhecer dois caminhos: um, procurando incentivar melhores comportamentos ambientais, incindindo, sobretudo, sobre os custos acrescidos que os cidadãos têm por procurarem melhores desempenhos e comportamentos ambientais; outro, aumentando as receitas para o Estado, incidindo, sobretudo, sobre a penalização de comportamentos menos sustentáveis. A proposta de fiscalidade ambiental, da Comissão criada, incide fundamentalmente sobre a ótica da penalização e da obtenção de receitas para o Estado em cerca de 160 milhões de euros (180 milhões de receita fiscal; 17 milhões de despesa fiscal). O que é proposto, portanto, é um agravamento do já brutal aumento de impostos com que este país se confronta. Não está, para além disso, minimamente provada a neutralidade fiscal que o Governo usa como forma de escamotear o aumento de impostos proposto.

Por outro lado, não se pode discutir uma proposta desta natureza, sem falar e apresentar, simultaneamente, um programa de sensibilização e de educação para os cidadãos. Começo a crer que muitos falam da sensibilização e da educação dos cidadãos para o ambiente, sem verdadeiramente acreditar nelas, porque nunca apostam na sua implementação. Quando falamos, por exemplo, da necessidade de redução de sacos de plástico ou da componente da reciclagem, a sensibilização é uma matéria fulcral e que pode dar frutos muito positivos, mas nisso o Governo nunca apostou.

Também não se pode falar desta proposta sem oferecer alternativas. Por exemplo, para retirar os carros das cidades, que é uma questão fundamental, é preciso um investimento sério na oferta de transporte que é feita aos cidadãos, para que estes possam optar e sintam vantagem em largar o automóvel individual para se dedicarem à utilização do transporte coletivo. Mas quando, por exemplo, os utentes da Fertagus não têm acesso ao passe social intermodal ou quando os utentes do Metro Sul do Tejo, para terem acesso a esse passe, têm de pagar uma taxa adicional, está tudo errado, na lógica do incentivo aos cidadãos para a utilização do transporte coletivo.

É também legítimo o receio de que a proposta, da dita fiscalidade verde, venha agravar desigualdades sociais. Ela está construída numa lógica de que quem tem dinheiro paga. O aumento do preço dos combustíveis e a taxa à entrada das cidades, independentemente da discussão sobre as propostas em concreto, tem justamente essa consequência: quem pode paga, e não pesará muito (e muitas grandes empresas reconhecer-se-ão nesta afirmação); quem não pode fica, naturalmente, enrascado (e muitas micro, pequenas e médias empresas perceberão esta afirmação).

Receamos que esta proposta de fiscalidade seja contraproducente ao nível de boas políticas ambientais, porque dá a sensação que o seu objetivo não é tanto uma alteração substancial dos padrões ambientais em Portugal, mas, sim, o de olhar para as contas públicas e pensar: "onde é que podemos ir sacar mais algum dinheiro? Ora, aqui está um setor importante e ao qual as pessoas, normalmente, são sensíveis. Então, vamos lá retirar mais algum dinheiro!…" Prova de que assim tem sido é, por exemplo, o projeto que os Verdes apresentaram na Assembleia da República, sobre a redução das embalagens, que visava justamente olhar para a lógica das imensas embalagens que existem no mercado, muitas absolutamente superficiais, que não têm nada a ver com a preservação da qualidade e das características dos produtos, para procurar regular o mercado no que respeita a essa matéria. O PSD, o PS e o CDS chumbaram esse projeto porque era ao mercado que se pedia responsabilidade ambiental, era do lado da oferta que se pretendia regular melhor desempenho ambiental.

O problema da lógica da direita é que só olham para o ambiente numa ótica de obtenção de receitas ou de criação de negócios para grandes empresas (como querem fazer com a privatização da EGF). E, a partir daí, tudo fica desvirtuado!

O nome "fiscalidade verde" é atrativo, mas o que importa é olhar o seu conteúdo e as suas consequências. Por isso, o PEV chamará o Ministro do Ambiente e a Ministra das Finanças ao parlamento quando forem retomados os trabalhos parlamentares.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

«Os Verdes» questionam o Governo sobre a Carmona, SA - empresa de tratamento de resíduos e limpezas industriais com sede em Azeitão, Setúbal

 

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar «Os Verdes», entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, sobre a deslocalização da empresa Carmona, SA – empresa de tratamento de resíduos com sede em Azeitão- Setúbal.

PERGUNTA:

A CARMONA S.A., empresa de tratamento de resíduos e limpezas industriais, instalada na Jardia, em Brejos de Azeitão, tem, desde há vários anos, sido a causa de muitas queixas dos moradores daquela área do concelho, queixas decorrentes dos maus cheiros insuportáveis que dizem sentir quase que diariamente, questão que se agravou, nos últimos anos, com a instalação de uma ETAR e de um tanque de tratamento de lamas oleosas.  
   
Desde 2003 que população residente em Brejos de Azeitão se constituiu como uma associação, denominada Respirar – Associação de Defesa do Ambiente e Qualidade de Vida de Brejos de Azeitão.  
  
Esta associação vem pugnando pela melhoria das condições de vida e pela preservação do ambiente, tendo tomado, entre outras iniciativas, posição ativa para que fossem cumpridas normas ambientais estabelecidas, principalmente no que diz respeito à empresa em questão.

É fundamentalmente desta associação que este Grupo Parlamentar tem vindo a receber várias reclamações devido à má qualidade do ar que respiram. Em 2004, a Respirar interpôs uma Providência Cautelar, visando suspender a atividade da empresa CARMONA, já que estava em perigo a saúde pública, facto que constava à data no relatório da Inspeção Geral do Ambiente, que foi peça anexa ao referido processo.

Através da referida Providência Cautelar, conseguiu-se um Acordo Judicial, assinado entre a CARMONA e a Associação Respirar, do qual também fazem parte várias exigências feitas pela Inspeção Geral do Ambiente, perante as quais a empresa deveria desenvolver todas as medidas que se revelem necessárias para evitar a libertação de emissões gasosas, que poderão estar na origem dos cheiros intensos que se propagam para a zona habitacional. Refere a associação que, após a assinatura do acordo, foi sentida uma melhoria considerável e que as medidas impostas pela Inspeção Geral do Ambiente tinham permitido à empresa, em 2008, obter a licença ambiental que até então não possuía.

Relatam, no entanto, que após a obtenção da referida licença, tudo mudou para pior, pois empresa já vem assumir que esta é uma atividade que emite cheiros, mas que estão licenciados para tal, sendo que, ao abrigo da licença, construiu uma ETAR e um tanque de lamas oleosas (submetidas a tratamento com cal viva) que, ao ferver, libertam gases com odores intensos.

Os residentes naquela área do concelho referem que o seu mal-estar físico é uma constante, que vai desde más disposições a dores de cabeça muito fortes, para além da dúvida que persiste sobre que outro tipo de consequências terá para a saúde a inalação constante destes gases.

A Câmara Municipal de Setúbal tem, desde sempre, acompanhado esta situação, e em 2008, foi celebrado um acordo entre a autarquia e a CARMONA, onde se previa a sua deslocalização para o Parque Empresarial da Mitrena, a ocorrer durante o corrente ano de 2013. A autarquia afirma ainda que esta é uma preocupação ambiental refletida não só pela população, mas também pelas Juntas de Freguesia e pela própria Câmara. Considerando que a licença de laboração da empresa CARMONA terminou no passado dia 31 de Outubro, e que há um acordo de deslocalização da empresa para o Parque Empresarial da Mitrena, estando esta deslocalização dependente de autorização do Ministério que tutela o ambiente.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Que ações de fiscalização ambiental têm sido desenvolvidas junto da empresa CARMONA, designadamente no que respeita à qualidade do ar? E o que resultou das ações de fiscalização efetuadas? 

2 – Tem o Governo conhecimento de que a licença de laboração da referida empresa terminou em 31 de Outubro, e como tal esta se encontra a laborar sem a devida licença? Como resolve o Governo esta situação? 

3 – Tendo em consideração que existe um acordo assinado em 2008, entre a autarquia de Setúbal e a empresa CARMONA, respeitante à sua deslocalização para o Parque Empresarial da Mitrena, em que fase se encontra esse mesmo processo, dada a responsabilidade que também cabe a esse Ministério? 

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 18 de Dezembro de 2013

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

"Os Verdes" questionam o Governo sobre o transporte de bicicletas nas ligações fluviais entre Barreiro – Lisboa/Lisboa -Barreiro



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Economia e do Emprego, sobre o  transporte de bicicletas nas ligações fluviais Barreiro - Lisboa e vice-versa.

PERGUNTA

A atual crise económica que o país atravessa, em conjunto com o aumento dos títulos de transporte, tem conduzido muitas pessoas a mudanças de hábitos e a adotar o uso da bicicleta nas suas deslocações para o trabalho.

Não só devido à crise, mas também pela promoção de hábitos de vida saudável, o uso da bicicleta reveste-se pela sua importância como transporte ambientalmente sustentável. Além da construção das vias dedicadas à circulação de bicicletas, as ciclovias, tem havido igualmente a proliferação de cafés próprios para utilizadores de bicicletas, prova de que há claramente uma mudança de hábitos.

Os barcos da Soflusa que efetuam a travessia fluvial Barreiro – Lisboa e vice - versa, têm em vigor uma política que permite o transporte de apenas duas bicicletas por embarcação, nas horas de ponta, e cinco bicicletas fora das horas de ponta.

Tendo em conta esta situação, que é claramente insuficiente para dar resposta ao aumento verificado no uso da bicicleta, muitos ciclistas urbanos adquiriram bicicletas desdobráveis, para que desta forma mais compacta, a bicicleta possa ser transportada como bagagem.

Apesar do investimento feito, estes ciclistas viram ser-lhes negada a entrada nas carreiras fluviais, com a justificação de que a bicicleta desdobrável apenas é considerada bagagem se transportada dentro de um saco de transporte, caso contrário, seria tratada como uma bicicleta normal, apesar de não o ser.

Considerando que numa altura em que ambiente, saúde e poupança são assuntos prementes, e que a conciliação entre a bicicleta e o transporte fluvial representa uma verdadeira alternativa ao transporte individual.

Considerando que as ligações fluviais Seixal – Lisboa e Montijo – Lisboa são efetuadas por embarcações de menores dimensões, sendo que nestas é permitido o transporte de 3 bicicletas em hora de ponta.

Considerando que são várias as pessoas que diariamente se veem obrigadas a perder o acesso a uma ou duas embarcações, porque adotaram, e bem, hábitos de vida saudáveis, não poluentes e sustentáveis.

Solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Exª A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Economia e do Emprego me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1-Tendo em conta o aumento generalizado de utilizadores de bicicleta nos transportes fluviais, pondera a Soflusa alterar o atual número de bicicletas permitido dentro e fora das horas de ponta, por forma a permitir o transporte de um maior número de bicicletas, respeitando as
devidas normas de segurança?

2-No que diz respeito às bicicletas desmontáveis, considera a Soflusa alterar os atuais critérios de transporte deste tipo de bicicleta, por forma a que desmontada, vigiada e segura, esta possa ser transportada?

3-Quando prevê a Soflusa criar condições nas suas embarcações para o transporte seguro de bicicletas nas ligações fluviais?

Lisboa, 28 de Dezembro de 2012
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”