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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

2 de Novembro - Ecolojovem - «Os Verdes» em acção em defesa da Paz



A Ecolojovem – Os Verdes vai promover, na próxima segunda-feira, dia 2 de Novembro, um conjunto de acções em defesa da paz e contra a realização dos exercícios militares da NATO em Portugal, dos maiores das últimas décadas, e que estão a decorrer em território nacional desde o início do mês de Outubro.
Além de acções de contacto com a população e de distribuição de documentos alusivos ao tema, a Ecolojovem – Os Verdes colocará faixas perto de instalações da Nato em Sesimbra e em Oeiras.

Programa - 2 de Novembro

10h - Colocação de faixa e gravação de vídeo junto às instalações da NATO em Sesimbra (Paiol A17 Depósito de Munições NATO de Lisboa - Estrada Nacional 378)
12h - Acção de contacto com a população no Largo da Misericórdia, em Setúbal
15h - Colocação de faixa junto às instalações da NATO em Oeiras (Comando Operacional Marítimo da NATO)
16h - Acção de contacto com a população frente à estação do Rossio, em Lisboa

Ecolojovem - «Os Verdes».
29 de Outubro de 2015

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

“OS VERDES” QUEREM RECONHECIMENTO DO ESTADO DA PALESTINA - PROJECTO DE RESOLUÇÃO DO PEV ENTREGUE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


“Os Verdes” entregaram hoje na Assembleia da República um Projecto de Resolução em que recomendam ao Governo o reconhecimento do Estado da Palestina e o seu apoio ao pedido de adesão deste estado à Organização das Nações Unidas (ONU).

Desde há 60 anos que o povo palestiniano enfrenta a violenta ocupação dos seus territórios por parte de Israel, assim como um bloqueio ilegal imposto em 2007, sobre a Faixa de Gaza, o que tem vindo a dificultar enormemente a sobrevivência de um milhão e meio de pessoas, num território exíguo e desprovido das mais elementares condições de vida e em que diariamente são violados os direitos humanos e é impedido o acesso ao trabalho, à saúde, à educação.

“Os Verdes” consideram que a resolução justa deste conflito no Médio Oriente passa, necessariamente, pela consagração da existência do Estado da Palestina e pela retirada de Israel de todos os territórios ocupados e é com esse objectivo que apresentam esta iniciativa legislativa.

O PEV pretende ainda que o Governo português expresse o seu apoio ao pedido de adesão da Palestina como membro de pleno direito da ONU e, ainda, que manifeste a sua solidariedade para com o povo palestiniano que luta pelo direito à preservação da sua soberania, da sua cultura e dos seus recursos naturais.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Manifestação "Paz Sim! NATO Não!"


"Os Verdes" apelam à participação na Manifestação da Campanha em Defesa da Paz e contra a cimeira da NATO em Portugal, que se irá realizar em Lisboa, Sábado, dia 20 de Novembro pelas 15h.

A manifestação sairá do Marquês de Pombal em direcção aos Restauradores, pelo que, como ponto de encontro de “Os Verdes” marcamos às 14.45h, junto à estátua na esquina da Av. Alexandre Herculano com a Av. Da Liberdade.

Diz NÃO À GUERRA e SIM À PAZ!
Junta-te a nós!

Contamos contigo!
Até Sábado.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

“OS VERDES” QUEREM ESCLARECIMENTOS SOBRE BOMBEIROS PROFISSIONAIS


No seguimento de uma reunião realizada com a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, o Deputado do PEV, José Luís Ferreira, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre as dificuldades sentidas pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais.

Da reunião que efectuámos com a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, foram-nos transmitidas algumas preocupações com que se deparam os Bombeiros Profissionais.

Há cinco anos que estes profissionais aguardam pela publicação de Legislação que consagre o Regime Jurídico para os Bombeiros Profissionais, regulamentação dos horários de trabalho, sistema de avaliação, progressão na carreira, falta de efectivos, entre outros. A falta de efectivos, constitui de facto uma enorme preocupação, já que pode colocar em causa a vida e bens da comunidade. Só em Lisboa faltam cerca de 300 Bombeiros para que o quadro fique completo, a nível nacional não são cumpridos os rácios, devido ao facto do crescimento das cidades não ser acompanhado pelo ingresso de novos elementos, situação que pode agravar-se com as medidas previstas no PEC. O exemplo mais flagrante, Viseu, conta apenas com 5 Bombeiros por turno para actuar em caso de incêndio Florestal.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Administração Interna me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1. Para quando prevê o Governo a apresentação de Legislação no sentido de proceder à regulamentação dos horários de trabalho, sistema de avaliação, e da progressão na carreira dos Bombeiros Profissionais?
2. Que medidas pondera esse Ministério desencadear, entretanto, com vista a resolver o problema da falta de efectivos?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Apelo Paz Sim! Nato Não!

Participa e divulga!

Campanha em Defesa da Paz e contra a Cimeira da NATO em Portugal

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) anunciou a realização de uma cimeira, no final deste ano, em Portugal, onde prevê, entre outros aspectos, adoptar um «novo» conceito estratégico.
Preocupadas com os objectivos e significado desta cimeira, um conjunto de organizações mobilizou-se para demonstrar o seu repúdio pela realização deste evento no nosso país.

ENTIDADES PROMOTORAS INICIAIS: Associação de Amizade Portugal-Cuba – Colectivo Solidariedade com Múmia Abu Jamal – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional – Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – Conselho Português para a Paz e Cooperação – Frente Anti-Racista – Movimento Democrático de Mulheres – Tribunal Iraque
Para subscrever este apelo da Campanha «Paz Sim! NATO Não!» podes responder utilizando o seguinte endereço electrónico campanha@pazsimnatonao.org

APELO
- Afirmamos que a NATO é uma aliança militar agressiva, e expressamos a nossa oposição à realização da cimeira da NATO em Portugal e aos seus objectivos belicistas.
- Reclamamos das autoridades portuguesas o cumprimento das determinações da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, em respeito pelo direito internacional, e pela soberania e igualdade dos povos.
- Reclamamos o fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional, e a retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO.
- Exigimos o desarmamento, o fim das armas nucleares e de destruição maciça, e a dissolução da NATO.

Apelamos a todos os cidadãos defensores da paz, a aderirem a esta campanha subscrevendo este Apelo.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Campanha "Paz Sim! Nato Não!"

É lançada hoje em Lisboa, a Campanha «Paz Sim! Nato Não!», promovida por vasto conjunto de organizações portuguesas, entre elas o Partido Ecologista "Os Verdes".
O lançamento da campanha terá lugar às 17h30 numa acção de distribuição de folhetos, entre o Rossio e a Rua Augusta, onde será também realizada uma conferência de imprensa.
Na ocasião, será tornado público o conteúdo da carta entregue, nesse mesmo dia, no Ministério dos Negócios Estrangeiros repudiando o envio de mais tropas portuguesas.

domingo, 8 de novembro de 2009

"Os Verdes" e a Ecolojovem subscrevem Carta Aberta pela libertação dos sete activistas saharauis

Carta Aberta pela libertação dos sete activistas dos direitos humanos saharauis


Ao Embaixador do Reino de Marrocos em Portugal, ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Português, ao Presidente do Parlamento Europeu, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Secretário-geral das Nações Unidas e ao Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na MINURSO.

No passado dia 8 de Outubro, sete activistas de direitos humanos saharauis foram detidos pela polícia marroquina, em Casablanca, quando regressavam de uma visita aos acampamentos de refugiados saharauis em Tinduf (Argélia).

A detenção foi ordenada sob a acusação de traição à pátria e de atentado contra a soberania e integridade territorial de Marrocos, ao serviço de outro país. Nos últimos 20 anos, esta é a primeira vez que activistas Saharauis enfrentaram um Julgamento em Tribunal Militar, que poderá aplicar a pena capital.

Estas prisões inscrevem-se numa longa lista de violações dos direitos humanos, perpetradas pelo Reino de Marrocos contra a população Saharaui que, importa não esquecer, vive sob ocupação há mais de 35 anos.

Os abaixo-assinados expressam a sua profunda indignação e condenação destes acontecimentos. Denunciam a intensificação da repressão marroquina nos territórios ocupados e as práticas de sequestros, perseguições, torturas, prisões arbitrárias e desaparecimentos, contra activistas e população Saharaui em geral, que lutam pelo reconhecimento dos direitos inalienáveis do seu povo.

Apelam às Nações Unidas que assumam competências de protecção dos direitos humanos nos territórios ocupados, nomeadamente através da ampliação do mandato da MINURSO.

Exigem a libertação imediata e incondicional dos sete activistas dos direitos humanos saharauis:

  • Ali Salem Tamek, Secretário-geral do Colectivo de Defensores Saharauis dos Direitos Humanos (CODESA);
  • Brahim Dahan, Presidente da Associação Saharaui de Vítimas de Graves Violações dos Direitos Humanos (ASVDH);
  • Rachid Sghaïr, Activista do Comité Contra a Tortura de Dajla;
  • Nassiri Hamadi, Secretário-Geral do Comité Saharaui para a Defesa dos Direitos Humanos em Smara Chapter e Presidente da Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH), secção Smara Chapter;
  • Yehdih Terruzi, Membro da AMDH, secção El Aaiún;
  • Saleh Loubeihi, presidente do Fórum para a Protecção da Infância Saharaui, membro da CODESA e da AMDH;
  • Degja Lechgar, activista e dirigente da ASVDH.

Instam o Governo Português, a União Europeia e as Nações Unidas a reclamar das autoridades marroquinas a libertação imediata e incondicional dos sete activistas e dos demais prisioneiros políticos saharauis.

Apelam a todas as portuguesas e portugueses a agirem em prol da paz e defesa dos direitos humanos.