Blogue do Colectivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista Os Verdes, um espaço de divulgação, reflexão e discussão de ideias e projectos ecologistas.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Setúbal - Os Verdes Querem Conhecer as Causas da Morte dos Golfinhos
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
Dragagens no Sado - Projeto do PEV foi aprovado
Leia aqui o texto completo do Projeto de Os Verdes: http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto-de-resolucao-nordm14xiv1ordf---sobre-as-dragagens-no-estuario-do-sado-10426.php?fbclid=IwAR1n7Co989MWHBblhpw3xNL9CUwxUAO6oqlvWfY9vGRdPreWlY9M-_DLQ5s
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
Os Verdes querem a suspensão das dragagens no Sado
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
Os Verdes Questionam Governo Sobre Derrame de Ácido Sulfúrico no Rio Sado
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
O PEV Exige a Suspensão das Dragagens do Sado
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Dragagens no Sado - Heloísa Apolónia questiona o presidente da APA e Ministro do Ambiente
sábado, 20 de outubro de 2018
Comunicado do Conselho Nacional de Os Verdes - dragagens no Sado
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Heloísa Apolónia alerta para perigos das dragagens no Rio Sado
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Posição de Os Verdes sobre as dragagens no Sado
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Heloísa Apolónia questiona António Costa sobre as dragagens no Sado
"Como é que o Governo vai garantir que os interesses ambientais não vão ficar esquecidos face aos interesses económicos? Como é que vai garantir que a comunidade de roazes corvineiros não vai ser afetada? Como vai garantir que as praias da Arrábida não vão ser afetadas?", são as perguntas colocadas pela Deputada ecologista (a partir do minuto 2.56)
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Os Verdes querem explicações sobre medidas para preservação da Lampreia do Sado
Pergunta:
A acentuada perda de biodiversidade constitui uma realidade preocupante, que merece uma atenção particular, na medida em que o desaparecimento de componentes genéticas, de espécies e de ecossistemas põe em causa o equilíbrio do Planeta. A diversidade biológica representa, de resto, um fator bastante relevante para a humanidade, tendo em conta os serviços que presta às sociedades. Com efeito, a natureza encarregou-se de garantir sentido à existência das mais diversas espécies e ecossistemas, às quais seria mesmo justo garantir um valor intrínseco.
A verdade é que, não obstante esta consciência mundial, traduzida na Conferência do Rio em 1992, a perda de biodiversidade não para e acentua-se cada vez mais. O ritmo de destruição e extinção de espécies é hoje avassalador. Através de notícia recente da Lusa, que deu conta de estudos realizados por uma equipa de investigação (Universidade de Évora), foi tornado público mais um caso de espécie em risco de extinção, neste caso a Lampetra lusitanica (uma lampreia do Sado, endémica de água doce residente apenas na bacia Sado).
A pressão resultante da atividade humana sobre o habitat daquela lampreia (designadamente com efeitos na falta de qualidade e de disponibilidade hídrica), bem como a expansão de espécies exóticas, têm contribuído para pôr em causa a existência e a conservação da Lampreta lusitanica.
Estando detetado o problema, a redução flagrante da população da lampreia do Sado, as causas que promovem o risco de extinção desta espécie, e estando o Estado português comprometido com medidas que contrariem a destruição da biodiversidade, importa obter respostas por parte do Governo.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1. Tem o Ministério conhecimento dos estudos realizados, que permitiram concluir do risco de extinção da espécie Lampreta lusitanica?
2. Tendo em conta esta realidade, o Ministério ponderou empreender algumas diligências e medidas, num curto prazo, para a conservação desta espécie e do seu habitat?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Ecolojovem - «Os Verdes» acampou em Defesa da Arrábida
Apesar do tema central deste Acampamento ser a defesa da Arrábida, ao longo dos dias foram promovidas iniciativas no sentido de debater a situação da juventude portuguesa, das quais destacamos o encontro com o Gabinete de Juventude da Câmara Municipal de Setúbal, onde foi possível os jovens ecologistas manifestarem as suas preocupações e conhecerem as politicas municipais para a juventude.
A Ecolojovem destaca ainda o percurso pedestre realizado pela Arrábida, onde os jovens ecologistas tiveram o privilégio de conhecer melhor esta região, tomando desta forma contacto com as riquezas e as potencialidades da mesma.
O Acampamento da Ecolojovem - «Os Verdes» contou ainda com a presença do Vereador do Partido Ecologista “Os Verdes”, na Câmara Municipal de Setúbal, André Martins. Heloísa Apolónia, Dirigente do PEV e Deputada à Assembleia da República eleita pelo distrito de Setúbal, participou numa tertúlia promovida pela Ecolojovem «Os Verdes», onde foram focados vários aspectos relacionados com a Arrábida, nomeadamente o envolvimento do PEV na preservação e valorização integrada deste território.
Arrábida, 28 de Agosto de 2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
Nova cria de Golfinho avistada no Estuário do Sado

A cria, que se junta agora a Batalha, um outro golfinho que nasceu no passado mês de Junho, terá nascido durante o passado mês de Setembro, sendo que os nascimentos ocorrem no seio da comunidade geralmente entre os meses de Maio a Setembro. Já não havia nascimentos no Estuário do Sado há cerca de dois anos, sendo Os primeiros seis meses de vida são cruciais para as crias.
A progenitora, Mr. Hook, está identificada no Sado desde 1981 e, de lá para cá, já teve quatro crias, nomeadamente Esperança (1995), Manaia (2001), Bocage (2005) e recentemente Vitória (2010). A mãe deverá agora acompanhar a cria ao longo dos próximos 3 a 4 anos, depois de um período de gestação de cerca de um ano.
Relativamente a Batalha, que nasceu em Junho passado, o responsável da “Vertigem Azul” garante que este “se encontra bem e saudável”, encontrando-se “já está a comer alimentos sólidos e anda com o grupo a aprender a caçar”, adianta Pedro Narra.
Esta é a única população residente de golfinhos num estuário em Portugal e uma das poucas da Europa. Mas está envelhecida, com taxas de reprodução cada vez menores. A maioria dos adultos aproxima-se do limiar da longevidade da espécie, entre 40 a 50 anos, e poucos são os jovens que chegam à idade adulta.
A diminuição da população acentuou-se durante a década de 80 quando a mortalidade infantil do cetáceo disparou e uma grande percentagem dos indivíduos apresentava extensas feridas no corpo que se pensa ter sido feitas devido à poluição.
A Reserva Natural do Estuário do Sado ocupa uma área total de 23.160 hectares, integrados nos concelhos de Setúbal, Alcácer do Sal, Palmela e Grândola, sendo administrada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) e foi criada devido à poluição que afecta o Estuário do Sado e pelo perigo de danificar o património natural de interesse botânico e faunístico.
Fonte: Público
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Bacia hidrográfica do Sado com armazenamento inferior à média

Água: Mais de 80 por cento das bacias hidrográficas com armazenamento inferior à média
Mais de 80 por cento das bacias hidrográficas portuguesas registam uma quantidade de água armazenada inferior à média para esta altura do ano, sendo que pelo menos três registam diferenças superiores a 20 pontos percentuais. De acordo com dados do Instituto da Água (Inag), no último dia do mês de Novembro, apenas duas bacias (Ave e Cávado) registavam valores superiores às médias de armazenamento de Novembro (90/91 a 08/09), enquanto as restantes apresentavam valores inferiores.
A bacia hidrográfica do Sado regista 20,9 por cento de volume armazenado, quando a média nesta altura ronda os 47,2 por cento (menos 26,3 pontos percentuais), enquanto a bacia do Arade apresenta 14,1 por cento contra os habituais 37,2 (menos 23.1).
Já a bacia hidrográfica do Oeste registava no final do mês passado 32,6 por cento, quando a média dos últimos 20 anos é de 55,1 por cento (menos 22,5 pontos percentuais). No entanto, segundo o Inag, no último dia de Novembro e por comparação com o último dia de Outubro verificou-se um aumento do volume armazenado em seis bacias e uma descida nas restantes seis. Das 56 albufeiras monitorizadas, cinco apresentam disponibilidades hídricas acima dos 80 por cento do volume total e 23 têm disponibilidades inferiores a 40 por cento do volume total.
Por exemplo, as albufeiras de Campilhas (Sado) e Divor (Tejo) apresentavam no final de Novembro apenas 2,5 e 4,0 por cento, respectivamente, da capacidade total de armazenamento de água.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Roazes no Sado: Golfinhos atraem largos milhares de turistas por ano
A população de roazes-corvineiros do rio Sado é a única no País e uma das poucas no Mundo. A população de roazes-corvineiros do rio Sado, em Setúbal, atrai anualmente largos milhares de turistas, nacionais e internacionais. O Instituto de Conservação da Natureza (ICNB) considera que “as visitas são importantes no âmbito da educação ambiental”. “O trabalho das empresas que organizam passeios de barco para observação de golfinhos é muito importante”, disse à Lusa Marina Sequeira, do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB). “Não só porque ajudam à monitorização da população de roazes, mas também pelo trabalho que desenvolvem junto dos turistas e escolas, em termos de educação ambiental”, explicou. Por isso, estas empresas, que trazem largos milhares de visitantes ao Sado todos os anos, são parte integrante do plano de acção elaborado pelo ICNB para travar o declínio da população de roazes e melhorar o seu estado de conservação até 2013, orçado em 2,5 milhões de euros. “A população de roazes-corvineiros do Sado, a única no país, corre risco de extinção. Neste momento são apenas 25 indivíduos, sobretudo idosos. O número de golfinhos não parou de decrescer durante os últimos 20 anos”, explicou a bióloga. “Envelhecidos, os animais têm dificuldades de reprodução e para além disso enfrentam, no seu habitat, perturbações que não facilitam o crescimento e a manutenção da população”, disse ainda. “As empresas de observação de golfinhos estão, por isso, obrigadas a respeitar o código de conduta constante do decreto lei que regulamenta a observação de cetáceos”, terminou. Steven Gales, 55 anos, veio do Reino Unido com a mulher e três filhas para “conhecer a Arrábida e o Parque Natural”: “Era incontornável a visita aos golfinhos, eles foram um argumento para a escolha do destino”, afirmou. Meilve Gatermann, 40 anos, trouxe, da Alemanha, a filha e o marido para “umas férias em Cascais”: Num guia turístico encontrámos esta sugestão. Foi uma experiência muito agradável”, disse. De mais perto veio Ana Marto, que trouxe, de Viseu, os dois filhos pequenos para verem os golfinhos: “Não sabemos se daqui a um par de anos cá estarão e decidimos vir agora. É um espectáculo vivo. Voltaremos, decerto, porque, por mais que se reveja, as imagens não se repetem”, afirmou. “Temos um papel importante, de sensibilização”, afirmou Maria João Fonseca, da Vertigem Azul, uma das cinco empresas de observação de golfinhos autorizada a organizar visitas no Sado, e que tem feito a monitorização da população. “Falamos desta população, das suas características, alertamos para os perigos que eles enfrentam, passamos a mensagem de alerta. Talvez seja esse o nosso maior contributo”, disse.






