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domingo, 24 de novembro de 2019

GRÂNDOLA - Os Verdes Exigem a Urgente requalificação da Escola Secundária António Inácio da Cruz

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre a necessidade, a curto prazo, de obras de requalificação/reabilitação na Escola Secundária António Inácio da Cruz, Concelho de Grândola, por forma a facultar aos alunos, funcionários e professores, condições físicas e humanas dignas para o bom funcionamento deste equipamento.

Pergunta:

A Escola Secundária António Inácio da Cruz (ESAIC) em Grândola foi inaugurada na década de 60, concretizando o sonho do seu patrono, António Inácio da Cruz, homem dotado de grande cultura e grandes feitos, que não tendo tido descendentes, legou o seu património ao concelho de Grândola, ao serviço da educação e da população.

Decorridos mais de 50 anos sobre a sua abertura, verificamos que esta Escola Secundária, que serve diariamente mais de 400 alunos, se encontra manifestamente degradada e não apresenta as condições mínimas que permitam assegurar, com qualidade, a sua missão educativa, devido ao facto do espaço escolar não possuir os requisitos físicos exigidos que permitam desenvolver uma aprendizagem e conhecimento devidos à sua comunidade escolar.

No passado dia 18 de Novembro o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes, acompanhado pela Diretora do Agrupamento de Escolas de Grândola, de representantes da Associação de Pais e Encarregados de Educação e da Associação de Estudantes, realizou uma visita à Escola Secundária António Inácio da Cruz, e pode constatar as más condições estruturais em que se encontra esta escola, algumas colocando em perigo alunos, docentes e funcionários.

Ao nível do edificado é urgente intervir na impermeabilização das coberturas, pois verificam-se inúmeras infiltrações e humidades, a remoção das coberturas existentes de fibrocimento que já apresentam sinais exteriores de deterioração, bem como a substituição da rede de abastecimento de água e de saneamento e revisão da potência da rede elétrica. Inclusive numa das salas é visível o desnível que existe entre a parede e o teto da mesma, fruto do abatimento do solo.

Devido à total ausência de isolamento nos pavimentos, paredes, vãos e coberturas, as salas de aula não possuem qualquer conforto térmico, sendo necessário o devido isolamento de paredes e janelas, e a substituição e aquisição de novos equipamentos de aquecimento e arrefecimento mais eficientes.

No que diz respeito às instalações sanitárias e aos balneários é necessária a substituição dos equipamentos sanitários, do mobiliário existente, pois nos balneários existem ainda bancos de madeira, a reparação das portas, e ainda intervenção ao nível das coberturas, a fim de se evitarem inundações.

Tendo em conta de que a escola não possui refeitório, apenas um espaço de bar que também exige várias intervenções, é necessário a criação de um espaço onde possam ser servidas refeições, e onde os alunos possam aquecer a comida, já que atualmente estes têm que se deslocar à Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos D. Jorge de Lencastre, para poderem fazer as refeições.

Outros problemas passam pela existência de cacifos em mau estado sendo necessária a sua substituição e reforço, a fraca iluminação dos corredores, a rede e o equipamento informático que têm 15 anos e o mau estado de conservação do mobiliário escolar.

Aos inúmeros problemas aqui descritos, somam-se muitos outros, sendo por isso necessário e urgente uma intervenção de requalificação/reabilitação desta Escola Secundária, a única no concelho, com o objetivo de repor a eficácia física e funcional do seu conjunto edificado, para que esta possa prestar o melhor serviço público quer à comunidade educativa, quer à população de Grândola.

Por fim, importa referir que a Associação de Pais e Encarregados de Educação e o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Grândola têm acompanhado com bastante preocupação e alertado para esta realidade, tendo mesmo enviado sucessivos pedidos de reunião ao Ministério da Educação, não tendo obtido qualquer resposta.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Educação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. O Governo tem conhecimento da atual situação em que se encontram as instalações da Escola Secundária António Inácio da Cruz?

2. Estão previstas no curto prazo obras de requalificação/reabilitação nesta Escola, por forma a facultar aos alunos, funcionários e professores, condições físicas e humanas dignas para o bom funcionamento deste equipamento?
2.1. Em caso afirmativo, quando terão início e que obras serão realizadas?

3. Tendo em conta que a Escola Secundária António Inácio da Cruz, consta do levantamento dos edifícios, instalações e equipamentos públicos que contêm amianto na sua construção, como decorre da Lei nº 2/2011 de 9 de Fevereiro, como: “edifício onde não foram detectados materiais contendo amianto”, quais os resultados da avaliação que provam essa situação, uma vez que existem placas de fibrocimento nas coberturas da Escola?

4. Que motivos justificam o facto do Ministério da Educação não ter até agora respondido ao pedido de reunião formulado pela Assembleia Municipal de Grândola, formulado em abril e reiterado em julho deste ano, a propósito deste assunto?

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Seixal - O PEV Exige a Remoção das Placas Contendo Amianto e a Requalificação da Escola Básica 2,3 Dr. António Augusto Louro

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda à imediata e urgente remoção e substituição de todas as placas de fibrocimento contendo amianto e ao início das obras de requalificação da EB 2,3 Dr. António Augusto Louro, no Seixal, as quais se constituem como indispensáveis à concretização do direito à educação e como forma de proporcionar condições dignificantes a toda a comunidade escolar que a frequenta.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Alcácer do Sal - Verdes querem saber quando é removido o Amianto na E B2,3 Bernardim Ribeiro no Torrão

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre a presença de amianto na Escola Básica Bernardim Ribeiro, de 2º e 3º ciclo, da Vila de Torrão, em Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.

Pergunta:

Tendo em conta as preocupações, manifestadas pela autarquia e pela comunidade escolar, relacionadas com a presença de materiais com amianto no edifício da Escola Básica Bernardim Ribeiro, de 2º e 3º ciclos, da Vila de Torrão, em Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, o Grupo Parlamentar Os Verdes vem, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicitar ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Ministério da Educação a presente Pergunta, de modo a que me possa ser prestado o seguinte esclarecimento:


Que intervenção está prevista, e para quando, na Escola Básica Bernardim Ribeiro, na Vila de Torrão, Alcácer do Sal, no que respeita concretamente à presença de amianto no edifício escolar?

terça-feira, 29 de novembro de 2016

"A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa em mais duas escolas do Barreiro

Os Verdes prosseguem a sua campanha e levam cartoons às escolas para dar a conhecer a Constituição aos jovens. Trata-se de uma campanha que visa dar a conhecer aos jovens o direito ao Ambiente expresso na Lei Mãe da Democracia Portuguesa desde a sua 1.ª versão de 1976.

Campanha «A» de Ambiente na Constituição da República Portuguesa no Barreiro

Quarta - feira, 30 de Novembro,

08:00h - Escola Secundária de Casquilhos, Quinta de Casquilhos 
12:00h - Escola Secundária Santo André, Av. da Escola de Fuzileiros Navais

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

PEV esteve hoje em Setúbal com campanha "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa

Os Verdes estiveram hoje em duas das escolas secundárias de Setúbal, com a campanha que assinala os 40 anos da Constituição da República Portuguesa - "A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa.

Com esta campanha, o PEV dará a conhecer aos jovens o direito ao ambiente consagrado na Lei Fundamental da Democracia Portuguesa, por via de uma brochura com cartoons, sobre o tema, que lhes é entregue.

A campanha seguirá, nas próximas semanas, noutras escolas dos vários concelhos do Distrito de Setúbal.










quinta-feira, 12 de maio de 2016

Moita - Baixa da Banheira


Os Verdes questionam o governo sobre a remoção de fibrocimento no pavilhão da Escola B. 2/3 Mouzinho da Silveira

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação sobre a falta de condições do pavilhão desportivo da Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira, nomeadamente ao nível da cobertura,balneários e de isolamento térmico, o que levou os Delegados de Saúde a emitirem um parecer onde se menciona o facto daquele pavilhão não reunir as condições necessárias para a prática de educação física por parte dos alunos.

Pergunta:

A Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira era um exemplo da construção de escolas em pavilhões pré-fabricados, sem as mínimas condições, frias no Inverno e abrasadoras no Verão. Inicialmente, a Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira estava localizada num terreno no centro da Baixa da Banheira e tinha entrada pela Rua Soeiro Pereira Gomes, onde se localiza ainda o pavilhão desportivo.
No entanto, a reivindicação da comunidade educativa e autarcas, por causa das precárias condições de funcionamento, teve como consequência a construção das atuais instalações, em 1992, construídas de raiz num outro terreno localizado na Rua Manuel da Fonseca, na localidade da Baixa da Banheira.
Contudo, o pavilhão desportivo não foi construído no interior do recinto onde estão localizadas as novas instalações da escola, apesar de dispor de espaço para o efeito, tendo a sua construção ficado para uma fase posterior.
O pavilhão desportivo antigo, ainda em funcionamento, possui um estado de conservação muito deficiente e apresenta falta de condições ao nível dos balneários e do isolamento térmico, o que levou os Delegados de Saúde, numa das inspeções anuais realizadas à escola, a emitir um parecer onde se menciona o facto daquele pavilhão não reunir as condições necessárias para a prática de educação física por parte dos alunos.
A cobertura em fibrocimento deste pavilhão desportivo apresenta fissuras, chovendo no seu interior, situação que coloca em causa a segurança dos estudantes, bem como a degradação regular do seu pavimento.
Outra das preocupações da comunidade educativa é a instabilidade do talude existente junto a uma das vedações que ameaça ruir e, se nada for feito, certamente com prejuízos económicos e materiais, resultantes do desmoronamento efetivo da vedação, e, mais grave, com previsíveis efeitos sobre a integridade física de pessoas.

Assim, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, remeta ao Ministério da Educação a presente Pergunta, de modo a que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:

1 - Tem o Ministério da Educação conhecimento que o pavilhão desportivo da Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira se localiza fora do recinto daquele estabelecimento, tendo as crianças que se deslocar sozinhas e atravessar 3 arruamentos com alguma intensidade de tráfego?
2 – O Ministério tem conhecimento do parecer emitido pelos Delegados de Saúde, numa das inspeções anuais realizadas à Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira, que menciona o facto daquele pavilhão desportivo não reunir as condições, nomeadamente ao nível da cobertura, balneários e de isolamento térmico, para a prática de educação física por parte dos alunos?
3 – Em que estado se encontra a cobertura de fibrocimento do atual pavilhão desportivo da Escola Básica 2/3 Mouzinho da Silveira, que apresenta fissuras? Foi feita alguma medição sobre libertação de partículas de amianto? Está prevista a sua remoção ou qualquer outro tipo de intervenção?
4 - Para quando está prevista a realização de obras de consolidação do talude que ameaça ruir a qualquer instante?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
Contacto do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213917424 – TM: 910 836 123   imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
Lisboa, 12 de maio de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Almada - Os Verdes questionam o Governo sobre a necessidade da conclusão das obras de requalificação da Escola Secundária do Monte da Caparica


A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério da Educação, sobre a necessidade urgente de conclusão das obras na Escola Secundária do Monte da Caparica, iniciadas em 2010, que estão a levar ao seu anormal funcionamento, lesivo da boa aprendizagem dos seus alunos e dascondições de trabalho dos professores e de todos os restantes profissionais.

Pergunta:

Em outubro de 2010, a Escola Secundária do Monte da Caparica foi sujeita a uma intervenção da Parque Escolar. Esta empreitada estava prevista realizar-se em duas fases, sendo que se previa que a 1ª fase estaria concluída em maio de 2011, e a 2ª fase até dezembro de 2012. Ao fim de 5 anos e mais alguns meses, a 1ª fase da obra está por concluir.
Devido a esta situação, a Escola Secundária do Monte da Caparica, depara-se diariamente com um funcionamento extremamente anormal, lesivo da boa aprendizagem dos seus alunos e das condições de trabalho dos professores e de todos os restantes profissionais. A qualidade do ensino e o funcionamento desta escola são diariamente postos em causa, quando os alunos e professores têm aulas em contentores há mais de 5 anos.
Todos os dias a comunidade escolar pode ver os dois blocos que foram intervencionados, novos, em estado quase acabado, mas vedados no seu acesso, pois não se encontram totalmente concluídos. O que se tem verificado é que, com o passar do tempo, estes já se encontram com a sua construção algo degradada, o que irá comportar, sem dúvida, custos acrescidos, quando a obra for retomada, confirmando-se uma situação grave de desperdício de dinheiros públicos. A comunidade escolar tem empreendido várias ações de protesto e de exigência do reinício urgente das obras, devido à situação em que se encontram as instalações da Escola Secundária do Monte da Caparica.
Apesar de todas as promessas do anterior governo, a toda a comunidade educativa, a verdade é que os contentores continuam a ser o local das aulas, que se desenrolam sem as mínimas condições exigíveis.
Por fim, mas decerto não menos importante, referir que esta situação está não só a pôr em causa as mais elementares condições de aprendizagem dos alunos, mas também a segurança de toda a comunidade escolar. É um exemplo concreto de deterioração das condições da escola pública, que, no caso deste estabelecimento de ensino, tem vindo a contribuir também para uma perda acentuada do número de alunos inscritos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1.Está o Ministério consciente da forma como funciona a Escola Secundária do Monte da Caparica, onde as aulas acontecem, há mais de 5 anos, em contentores?
2.Para quando estão previstos o reinício e a conclusão total das obras de requalificação da escola?
3.Qual a lista de escolas, ao nível nacional, que se encontram com intervenções derequalificação da Parque Escolar não concluídas?
4.De entre essas escolas, a Escola Secundária do Monte da Caparica é considerada prioritária, ou não? Porquê? 

O Grupo Parlamentar Os Verdes 
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 910 836 123 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
7 de abril de 2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

PEV confronta Ministro da Educação - com a necessidade de pavilhão desportivo na Escola Secundária da Baixa da Banheira e na Escola Secundária de Palmela



A deputada Heloísa Apolónia questionou ontem, na Comissão Parlamentar, o Ministro da Educação sobre a necessidade imperiosa de existência de pavilhões desportivos nas escolas, fundamentais para a prática regular, e em condições adequadas, de desporto nos estabelecimentos de ensino, questão determinante para a educação integral e harmoniosa e para um nível global de aprendizagens das nossas crianças e jovens.

Como exemplos de casos lesivos para os alunos, por ficarem privados de prática do desporto, quando as condições climatéricas não são favoráveis, a deputada ecologista deu o exemplo da inexistência de pavilhão desportivo na escola Secundária da Baixa da Banheira e da Escola Secundária de Palmela.

O Ministro da Educação mostrou sensibilidade sobre a questão, e admitiu estarem a ser ponderadas soluções diversas, embora não tenha dado uma resposta concreta sobre os pavilhões desportivos nas duas escolas referidas em concreto.

Assim sendo, a deputada dos Verdes, tendo já dirigido uma pergunta escrita sobre o pavilhão desportivo da Escola Secundária de Palmela (à qual aguarda resposta escrita do Ministério da Educação), entregou também hoje uma pergunta escrita ao Governo sobre o pavilhão desportivo da Escola Secundária da Baixa da Banheira, a qual damos a conhecer:

Pergunta:

A Escola Secundária da Baixa da Banheira entrou em funcionamento há cerca de 38 anos. Desde então que se reivindica a construção de um pavilhão desportivo na escola. Atualmente o estabelecimento de ensino é constituído por oito blocos independentes, com áreas ajardinadas que circundam os edifícios, ligados entre si por passeios exteriores com cobertura, e possui campos de jogos destinados à prática desportiva. Não tem, contudo, pavilhão desportivo!
Esse pavilhão é, desde há muito tempo, a maior ambição da população escolar. Existindo espaço para a sua construção, este equipamento é determinante para muitos jovens adeptos da atividade desportiva, é muito importante para a prática do desporto escolar, e pode, inclusivamente, ter um papel fulcral no desenvolvimento da comunidade envolvente, na medida em que pode também servir a população local.
A Escola Secundária da Baixa da Banheira está inserida no Programa de Territorialização de Políticas Educativas de Intervenção Prioritária - 3ª geração - que pretende criar as condições para se conseguir uma melhoria do ambiente educativo, de forma a promover o sucesso educativo dos alunos.
A inexistência do pavilhão desportivo, tem-se revelado bastante lesiva para a comunidade escolar, designadamente no inverno, quando as condições meteorológicas não permitem a prática da educação física em espaço exterior, comprometendo-se um direito dos jovens que amam a prática do desporto e pondo-se em causa o desejável desenvolvimento integral e continuado dos jovens em geral.
Assumindo que o desporto praticado na escola é fundamental e que muitos jovens encontram aí o único espaço para a prática do desporto, por não terem condições financeiras para pagar o exercício de modalidades no exterior, os pavilhões desportivos tornam-se equipamentos imprescindíveis nos estabelecimentos de ensino público.
Em 2001, a Câmara Municipal da Moita e o Ministério da Educação assinaram um protocolo para a construção do pavilhão desportivo na Escola Secundária da Baixa da Banheira. Porém, a construção do equipamento nunca foi sequer iniciada. O Grupo Parlamentar Os Verdes questionou o anterior Governo (PSD/CDS) sobre a presente matéria, não tendo obtido, inaceitavelmente, qualquer resposta. Impõe-se agora questionar o presente Governo.

Assim, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, remeta ao Ministério da Educação a presente Pergunta, de modo a que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:

1 – O que tem falhado para que, ao final de quase quatro décadas, a Escola Secundária da Baixa da Banheira continue sem pavilhão desportivo, apesar das sucessivas promessas e dos contínuos compromissos de construção?

2- O que pensa este Governo relativamente à importância da existência do pavilhão desportivo no referido estabelecimento de ensino, em concreto?

3- Que diligências pensa o Governo tomar para que se concretize o justo anseio da comunidade escolar, relativo à construção de pavilhão desportivo na Escola Secundária da Baixa da Banheira?

4- Para quando poderá esta escola contar com um pavilhão desportivo em funcionamento?
A intervenção da deputada ecologista na Comissão de Educação de ontem, 26 de janeiro, pode ser vista aqui:


O Grupo Parlamentar Os Verdes
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27 de janeiro de 2016

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Verdes pressionam Governo para a construção de pavilhão desportivo na escola secundária de Palmela



A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre a Construção de pavilhão desportivo na escola secundária de Palmela

Pergunta:

A construção da escola secundária de Palmela foi prevista em três fases, tendo ficado as duas primeiras concluídas, mas a terceira por concretizar. Era nesta terceira fase que se integrava a construção do pavilhão desportivo, fundamental para a prática do exercício físico e para o desenvolvimento integral dos jovens, questão que o sistema de ensino tem a obrigação de assegurar, de modo a potenciar o crescimento físico e psíquico, harmonioso e completo, dos mais de mil estudantes que frequentam esta escola.
A construção deste pavilhão desportivo tem sido prometida por sucessivos Governos, tendo estado prevista em PIDDAC e tendo sido posteriormente colocada sob a responsabilidade da Parque Escolar em 2011. Ocorre que, não obstante os diversos compromissos e promessas, os Governos nunca assumiram a concretização desta infraestrutura, que todas as entidades da região e todos os elementos da comunidade escolar consideram fundamental.
Consciente desse facto, a Câmara Municipal de Palmela, disponibilizou-se para comparticipar na construção do pavilhão desportivo, de modo a garantir a satisfação das necessidades dos estudantes, mas também na perspetiva de que essa estrutura desportiva pudesse ficar disponibilizada para a comunidade local. Este facto é de relevar, porquanto é sabido o estrangulamento de meios humanos, técnicos e financeiros para que os Governos têm remetido as autarquias locais, mas também porque a construção daquele pavilhão é da responsabilidade da Administração Central e não da Administração Local.
Nestes termos, só uma grande incompreensão face à privação dos estudantes no que respeita ao pavilhão escolar para a prática desportiva, e um efetivo desinteresse perante os resultados de uma tal privação é que podem continuar a justificar um eterno adiamento da construção desta infraestrutura.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis solicito ao Senhor
Presidente da Assembleia da República que remeta a presente Pergunta ao Ministério da Educação, para que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:

1. Qual a importância que esse Ministério atribui à existência de um pavilhão desportivo num estabelecimento de ensino público, como a escola secundária de Palmela?

2. Que prejuízo tem decorrido para a comunidade escolar da ausência dessa infraestrutura desportiva?

3. Vai este Governo assumir o início da construção do pavilhão desportivo da escola secundária de Palmela?

4. Quando considera o Governo que estarão criadas as condições para que essas obras avancem?

5. De que depende, neste momento, o início dessas obras?

6. Que diálogo pensa o Ministério estabelecer, tendo em vista a construção do pavilhão desportivo, com a respetiva escola, órgãos representativos de alunos e pais, e também com a Câmara Municipal?

O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
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Lisboa, 23 de Dezembro de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” no Distrito de Setúbal - Alcochete e Montijo

Na passada segunda-feira, dia 16 de Fevereiro, tiveram lugar em Alcochete e no Montijo as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Barreiro, Moita e Palmela, as Jornadas Ecologistas de segunda-feira decorreram em Alcochete e no Montijo, e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: áreas protegidas, transportes públicos, amianto e estabelecimentos de ensino, cultura, património e acesso à saúde.
“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.




























quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Segunda-feira - 16 de Fevereiro - Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” no Distrito de Setúbal - Alcochete e Montijo

Prosseguem na próxima segunda-feira, dia 16 de Fevereiro, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Barreiro, Moita e Palmela, as Jornadas Ecologistas de segunda-feira decorrerão em Alcochete e no Montijo, e terão como objetivo abordar os seguintes temas: áreas protegidas, transportes públicos, amianto e estabelecimentos de ensino, cultura, património e acesso à saúde.  
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.  
   
Programa  
   
16 de Fevereiro – segunda-feira  
   
Alcochete
  
10.00h – Departamento de Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, Reserva Natural do Estuário do Tejo (Av. dos Combatentes da Grande Guerra, 1) - Colocação de “girassol triste” pela falta de recursos humanos e materiais no Instituto de Conservação da Natureza e Florestas  
10.30h – Requalificação da Frente Ribeirinha - Colocação de “girassol alegre” pela requalificação da frente ribeirinha de Alcochete  
11.00h - Centro de Saúde de Alcochete (Rua Capitão Salgueiro Maia) - Colocação de “girassol triste” pela ausência de cuidados de saúde à população. 
12.00h – Extensão de Saúde do Samouco (Rua do Século, nº 46, Samouco) - Colocação de “girassol triste” pela ausência de mais cuidados de saúde à população e colocação de girassol alegre” pela construção da referida extensão de saúde pela Câmara Municipal de Alcochete

Montijo

14.30h – Cais do Seixalinho – Colocação de Girassóis tristes contra a privatização da Transtejo e pela gratuitidade do parque de estacionamento
15.00h – Escola Básica D. Pedro Varela (Rua Mártires do Tarrafal) – Colocação de girassol triste pela existência de amianto neste estabelecimento de ensino
15.30h – Museu do Pescador (Av. Dos Pescadores) - Colocação de girassol triste pelo facto de o Museu estar fechado
16.00h – Estação Ferroviária do Montijo (Largo da Estação) – Colocação de Girassol triste pelo abandono e degradação deste património
16.30h – Zona Ribeirinha (Rua da Bela Vista) – Colocação de Girassol triste por falta de reabilitação desta zona
17.00h - Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico Poeta Joaquim Serra (Alameda Dr. José Manuel Afonso dos Santos, Afonsoeiro) – Colocação de Girassol triste pela existência de amianto neste estabelecimento de ensino
17.30h – Colinas do Oriente (Rua Rainha Santa Isabel) – Colocação de Girassol triste pela necessidade de mais transportes
18.00h – Ciclo pista (Av. Fialho Gouveia) – Colocação de Girassol alegre pela mobilidade sustentável
18.30h – Hospital do Montijo (Praça 1º Maio) – Colocação de girassol triste pela necessidade de construção de um hospital que sirva as populações dos concelhos de Montijo e Alcochete
19.00h – Ateneu Popular do Montijo – O PEV entregará um Girassol alegre pelo trabalho realizado em prol da cultura e desporto
19.30h – Conservatório Regional de Artes do Montijo (Rua Cidade de Évora, 48) – O PEV entregará um Girassol alegre pelo trabalho realizado em prol das Artes e da Cultura

“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas para os outros concelhos do Distrito de Setúbal, no âmbito destas Jornadas Ecologistas.

Pl´O Coletivo Regional de Setúbal do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 12 de Fevereiro de 2015

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Jornadas Ecologistas d' Os Verdes passam pelo concelho de Palmela

9 de fevereiro de 2015
Na passada segunda-feira, dia 9 de Fevereiro, tiveram lugar em Palmela as Jornadas Ecologistas do Distrito de Setúbal, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.
Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Almada, Barreiro e Moita, as Jornadas Ecologistas de segunda-feira decorreram em Palmela, e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: acesso à saúde, mobilidade e transportes públicos, educação, produção e consumo local e, ainda, recursos hídricos.
“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre. Estas iniciativas contaram com a presença do Deputado ecologista, José Luís Ferreira, assim como a presença da Vereadora de “Os Verdes”, Fernanda Pésinho, eleita na Câmara Municipal de Palmela nas listas da CDU.